Assim que perceber que o seu estado não está correto, trazê-lo de volta a tempo é um princípio extremamente importante na psicologia. Qualquer emoção que não seja acolhida prontamente tende a amplificar-se ao longo do percurso original, formando por fim um vórtice emocional mais profundo. Muitas pessoas entram cada vez mais fundo, não porque o problema em si seja muito grave, mas porque, na fase inicial de uma condição anormal, optam por ignorar, reprimir ou adiar.
Do ponto de vista psicológico, a essência do desequilíbrio de estado não é uma queda repentina, mas sim o sistema interno sendo gradualmente desviado. Você pode de repente tornar-se sensível, irritado, cansado, sem motivação, sem vontade de fazer nada ou de enfrentar a vida. Mas por trás dessas aparências há um mecanismo comum: seu sistema nervoso está sendo puxado pelo exterior, desconectado das suas necessidades reais. Você deixa de estar no controle de si mesmo e passa a ser conduzido pelas emoções, exatamente esse o ponto de partida para a desordem psicológica.
A razão pela qual é necessário se salvar nesta fase é que os problemas psicológicos seguem uma regra clara: quanto mais cedo forem tratados, mais fácil será revertê-los; quanto mais tarde, mais fácil será consolidar-se em um padrão. A mágoa reprimida evolui para irritabilidade, o cansaço ignorado se transforma em esgotamento, problemas de relacionamento evitados se enraízam lentamente na estrutura da personalidade. Ignorar não faz o problema desaparecer, apenas faz o controle perder-se ainda mais. Autoajudar-se a tempo não é fingimento, mas uma proteção à integridade do sistema psicológico.
O caminho realmente eficaz de autoajuda pode começar com três ações psicológicas.
Primeiro, transferir a emoção do corpo para a linguagem. Quando você consegue dizer “Estou um pouco assustado agora”, “Sinto-me inseguro”, “Fui acionado por uma emoção”, você já começa a retomar o controle emocional. Isso não é reclamar, é perceber. A percepção em si é a intervenção mais eficaz na confusão, pois permite que a emoção saia do estado de descontrole e entre em um nível compreensível e regulável.
Segundo, realizar imediatamente comportamentos de autorregulação que possam estabilizar o sistema. Mude de ambiente, respire fundo, dê uma volta, faça alguns movimentos simples, como alongar-se ou esfregar as mãos, afaste-se temporariamente da fonte de gatilho emocional. Quando o corpo estiver estabilizado, o cérebro poderá recuperar o julgamento. Este é o começo da autoajuda, não o fim.
Terceiro, dar a si mesmo uma decisão pequena, clara e concreta. Não resolver o problema imediatamente, mas restabelecer o controle interno. Por exemplo, decidir descansar dez minutos, não responder a discussões esta noite, comer uma refeição antes de lidar com o problema amanhã. O significado dessas pequenas decisões é fazer a mente retornar à ordem após o caos. O que realmente derruba uma pessoa não é o problema em si, mas a sensação contínua de impotência. Essas pequenas decisões trazem uma sensação de reativação do controle.
Pessoas verdadeiramente maduras não são aquelas que nunca entram em colapso, mas aquelas que conseguem trazer-se de volta na fase inicial de perceber que algo está errado. Perder o controle emocional não é o mais assustador; o assustador é deixá-lo descontrolado por longos períodos. Na psicologia, há uma frase clássica: emoções não são seu inimigo, a lentidão sim. Perceber é o começo da força; autoajudar-se é um sinal de maturidade; recuperar-se é o verdadeiro início de uma mente forte.
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Assim que perceber que o seu estado não está correto, trazê-lo de volta a tempo é um princípio extremamente importante na psicologia. Qualquer emoção que não seja acolhida prontamente tende a amplificar-se ao longo do percurso original, formando por fim um vórtice emocional mais profundo. Muitas pessoas entram cada vez mais fundo, não porque o problema em si seja muito grave, mas porque, na fase inicial de uma condição anormal, optam por ignorar, reprimir ou adiar.
Do ponto de vista psicológico, a essência do desequilíbrio de estado não é uma queda repentina, mas sim o sistema interno sendo gradualmente desviado. Você pode de repente tornar-se sensível, irritado, cansado, sem motivação, sem vontade de fazer nada ou de enfrentar a vida. Mas por trás dessas aparências há um mecanismo comum: seu sistema nervoso está sendo puxado pelo exterior, desconectado das suas necessidades reais. Você deixa de estar no controle de si mesmo e passa a ser conduzido pelas emoções, exatamente esse o ponto de partida para a desordem psicológica.
A razão pela qual é necessário se salvar nesta fase é que os problemas psicológicos seguem uma regra clara: quanto mais cedo forem tratados, mais fácil será revertê-los; quanto mais tarde, mais fácil será consolidar-se em um padrão. A mágoa reprimida evolui para irritabilidade, o cansaço ignorado se transforma em esgotamento, problemas de relacionamento evitados se enraízam lentamente na estrutura da personalidade. Ignorar não faz o problema desaparecer, apenas faz o controle perder-se ainda mais. Autoajudar-se a tempo não é fingimento, mas uma proteção à integridade do sistema psicológico.
O caminho realmente eficaz de autoajuda pode começar com três ações psicológicas.
Primeiro, transferir a emoção do corpo para a linguagem. Quando você consegue dizer “Estou um pouco assustado agora”, “Sinto-me inseguro”, “Fui acionado por uma emoção”, você já começa a retomar o controle emocional. Isso não é reclamar, é perceber. A percepção em si é a intervenção mais eficaz na confusão, pois permite que a emoção saia do estado de descontrole e entre em um nível compreensível e regulável.
Segundo, realizar imediatamente comportamentos de autorregulação que possam estabilizar o sistema. Mude de ambiente, respire fundo, dê uma volta, faça alguns movimentos simples, como alongar-se ou esfregar as mãos, afaste-se temporariamente da fonte de gatilho emocional. Quando o corpo estiver estabilizado, o cérebro poderá recuperar o julgamento. Este é o começo da autoajuda, não o fim.
Terceiro, dar a si mesmo uma decisão pequena, clara e concreta. Não resolver o problema imediatamente, mas restabelecer o controle interno. Por exemplo, decidir descansar dez minutos, não responder a discussões esta noite, comer uma refeição antes de lidar com o problema amanhã. O significado dessas pequenas decisões é fazer a mente retornar à ordem após o caos. O que realmente derruba uma pessoa não é o problema em si, mas a sensação contínua de impotência. Essas pequenas decisões trazem uma sensação de reativação do controle.
Pessoas verdadeiramente maduras não são aquelas que nunca entram em colapso, mas aquelas que conseguem trazer-se de volta na fase inicial de perceber que algo está errado. Perder o controle emocional não é o mais assustador; o assustador é deixá-lo descontrolado por longos períodos. Na psicologia, há uma frase clássica: emoções não são seu inimigo, a lentidão sim. Perceber é o começo da força; autoajudar-se é um sinal de maturidade; recuperar-se é o verdadeiro início de uma mente forte.