A integração de ativos digitais no sistema bancário regulado está a aproximar-se da realidade. A Senadora Cynthia Lummis revelou a estrutura do Responsible Financial Innovation Act de 2026, posicionando as principais instituições financeiras para entrarem formalmente no espaço dos ativos digitais sob uma supervisão regulatória abrangente.
De acordo com relatos, Lummis revelou a sua visão legislativa através das redes sociais, delineando como os bancos tradicionais podem expandir as suas ofertas de serviços para incluir soluções de custódia de ativos digitais, oportunidades de staking e processamento de pagamentos baseado em blockchain. A proposta da Senadora aborda uma lacuna de longa data na infraestrutura financeira — a ausência de orientações claras para a participação institucional na finança digital.
Por que isto importa
A iniciativa legislativa responde a uma necessidade crítica do mercado. Ao estabelecer uma autorização formal para que os bancos participem em serviços de ativos digitais, o quadro visa preencher a divisão entre as finanças tradicionais e as tecnologias emergentes. A proteção do consumidor permanece central na proposta, com salvaguardas regulatórias incorporadas em todo o quadro operacional para garantir a responsabilidade institucional.
Lummis enfatizou que os ativos digitais representam não uma adição periférica, mas um componente fundamental do ecossistema financeiro moderno. A sua declaração sugere que o crescimento do mercado neste setor depende da participação legítima de instituições, em vez de permanecer confinado a plataformas cripto especializadas.
O que os bancos poderiam oferecer
Sob o quadro proposto, as instituições financeiras seriam capacitadas a fornecer três serviços principais: custódia segura de ativos digitais, infraestrutura de staking para geração de rendimento e canais de pagamento alimentados por tecnologia blockchain. Esta diversificação criaria novas fontes de receita, ao mesmo tempo que expandiria as opções de serviço para clientes de retalho e institucionais.
O calendário de 2026 sinaliza a intenção regulatória de estabelecer estes padrões dentro de um prazo definido, potencialmente reformulando a forma como as finanças tradicionais interagem com ativos digitais nos próximos anos.
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Estrutura Bancária Prestes a Abraçar Ativos Digitais até 2026: Lummis Promove Clareza Regulamentar
A integração de ativos digitais no sistema bancário regulado está a aproximar-se da realidade. A Senadora Cynthia Lummis revelou a estrutura do Responsible Financial Innovation Act de 2026, posicionando as principais instituições financeiras para entrarem formalmente no espaço dos ativos digitais sob uma supervisão regulatória abrangente.
De acordo com relatos, Lummis revelou a sua visão legislativa através das redes sociais, delineando como os bancos tradicionais podem expandir as suas ofertas de serviços para incluir soluções de custódia de ativos digitais, oportunidades de staking e processamento de pagamentos baseado em blockchain. A proposta da Senadora aborda uma lacuna de longa data na infraestrutura financeira — a ausência de orientações claras para a participação institucional na finança digital.
Por que isto importa
A iniciativa legislativa responde a uma necessidade crítica do mercado. Ao estabelecer uma autorização formal para que os bancos participem em serviços de ativos digitais, o quadro visa preencher a divisão entre as finanças tradicionais e as tecnologias emergentes. A proteção do consumidor permanece central na proposta, com salvaguardas regulatórias incorporadas em todo o quadro operacional para garantir a responsabilidade institucional.
Lummis enfatizou que os ativos digitais representam não uma adição periférica, mas um componente fundamental do ecossistema financeiro moderno. A sua declaração sugere que o crescimento do mercado neste setor depende da participação legítima de instituições, em vez de permanecer confinado a plataformas cripto especializadas.
O que os bancos poderiam oferecer
Sob o quadro proposto, as instituições financeiras seriam capacitadas a fornecer três serviços principais: custódia segura de ativos digitais, infraestrutura de staking para geração de rendimento e canais de pagamento alimentados por tecnologia blockchain. Esta diversificação criaria novas fontes de receita, ao mesmo tempo que expandiria as opções de serviço para clientes de retalho e institucionais.
O calendário de 2026 sinaliza a intenção regulatória de estabelecer estes padrões dentro de um prazo definido, potencialmente reformulando a forma como as finanças tradicionais interagem com ativos digitais nos próximos anos.