A "dupla vida" das stablecoins: Como jogam o Irã e a Venezuela?🔥
Recentemente, há um fenômeno interessante — a mesma stablecoin desempenha papéis completamente opostos em países diferentes. Para uns, é uma tábua de salvação, para outros, uma "ferramenta cinzenta" aos olhos das autoridades reguladoras. Vale a pena analisar mais a fundo.
**Situação no Irã**
O rial desvalorizou-se drasticamente, e as sanções governamentais também não foram poucas. Para proteger seu dinheiro da inflação, muitas pessoas passaram a usar criptomoedas (especialmente stablecoins). Mas o governo não é bobo; limitou diretamente o valor de posse anual, tentando controlar essa saída.
O mais interessante é o dado revelado pela TRM Labs — desde 2023, as autoridades, através de uma empresa de fachada no Reino Unido, transferiram mais de 10 bilhões de dólares em stablecoins. Simplificando, usando o USDT, uma stablecoin com características "descentralizadas", facilitaram o fluxo de fundos transfronteiriços. Essa tática é realmente bastante discreta.
**No lado da Venezuela, é uma história diferente**
Em um ambiente de alta inflação, o USDT já está integrado na vida diária há tempos. Comprar algo na rua, fazer pagamentos de comércio por atacado — a stablecoin virou uma ferramenta de pagamento real. Parece que salvaram a economia, mas há outros truques por trás.
A estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), desde 2020, usa USDT para liquidar exportações de petróleo, contornando efetivamente as sanções internacionais. Para as empresas, isso resolveu muitos problemas.
**Como entender essa contradição?**
Para o público comum: stablecoin = ferramenta contra a inflação, proteção de ativos
Para certas entidades: stablecoin = forma de evitar regulações, ponte para transferências de fundos transfronteiriços
Essa contradição já chamou a atenção dos reguladores globais. Espera-se que, até 2026, os padrões de conformidade para stablecoins se tornem uma prioridade nas ações regulatórias.
**Dicas para investidores**
Fatores geopolíticos e inovação financeira estão cada vez mais entrelaçados. A incerteza no ecossistema de stablecoins está crescendo, portanto, é importante acompanhar as políticas, especialmente para evitar riscos de conformidade na posse de ativos. Caso contrário, ao cometer erros, será difícil se arrepender a tempo.
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AirdropHunterKing
· 4h atrás
Porra, o USDT realmente é uma arma de dois gumes, salvando vidas de um lado e lavando dinheiro do outro.
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YieldHunter
· 4h atrás
honestamente, se olharmos para os dados, isto basicamente mostra por que as stablecoins estão a tornar-se numa pesadelo regulatório... $1B a passar por empresas de fachada? isso não é inovação, amigo, é apenas fuga de capitais com passos adicionais. as métricas ajustadas ao risco aqui são absolutamente brutais para os investidores de retalho que pensam que estão apenas a "proteger-se da inflação"
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MetaverseHobo
· 4h atrás
Stablecoins, esta coisa, na verdade é uma máquina de lavar dinheiro para os grandes investidores e um salva-vidas para os pequenos. Não admira que todos os países estejam inquietos.
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ProbablyNothing
· 4h atrás
Para ser honesto, a questão das stablecoins é uma espada de dois gumes, salvam vidas de um lado e são usadas para lavar dinheiro do outro, ninguém consegue impedir
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BlockchainBard
· 4h atrás
As stablecoins realmente dependem de quem as usa e como as usa, as pessoas comuns usam-nas para combater a inflação, enquanto as elites as usam para transferir dinheiro, essa diferença é enorme
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BankruptWorker
· 4h atrás
As stablecoins realmente se tornaram uma "ferramenta de lavagem de dinheiro" a nível nacional, não é de admirar que o mundo todo esteja a apertar as regras
#美国非农就业数据未达市场预期 $USDT $ZEC $DOGE
A "dupla vida" das stablecoins: Como jogam o Irã e a Venezuela?🔥
Recentemente, há um fenômeno interessante — a mesma stablecoin desempenha papéis completamente opostos em países diferentes. Para uns, é uma tábua de salvação, para outros, uma "ferramenta cinzenta" aos olhos das autoridades reguladoras. Vale a pena analisar mais a fundo.
**Situação no Irã**
O rial desvalorizou-se drasticamente, e as sanções governamentais também não foram poucas. Para proteger seu dinheiro da inflação, muitas pessoas passaram a usar criptomoedas (especialmente stablecoins). Mas o governo não é bobo; limitou diretamente o valor de posse anual, tentando controlar essa saída.
O mais interessante é o dado revelado pela TRM Labs — desde 2023, as autoridades, através de uma empresa de fachada no Reino Unido, transferiram mais de 10 bilhões de dólares em stablecoins. Simplificando, usando o USDT, uma stablecoin com características "descentralizadas", facilitaram o fluxo de fundos transfronteiriços. Essa tática é realmente bastante discreta.
**No lado da Venezuela, é uma história diferente**
Em um ambiente de alta inflação, o USDT já está integrado na vida diária há tempos. Comprar algo na rua, fazer pagamentos de comércio por atacado — a stablecoin virou uma ferramenta de pagamento real. Parece que salvaram a economia, mas há outros truques por trás.
A estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA), desde 2020, usa USDT para liquidar exportações de petróleo, contornando efetivamente as sanções internacionais. Para as empresas, isso resolveu muitos problemas.
**Como entender essa contradição?**
Para o público comum: stablecoin = ferramenta contra a inflação, proteção de ativos
Para certas entidades: stablecoin = forma de evitar regulações, ponte para transferências de fundos transfronteiriços
Essa contradição já chamou a atenção dos reguladores globais. Espera-se que, até 2026, os padrões de conformidade para stablecoins se tornem uma prioridade nas ações regulatórias.
**Dicas para investidores**
Fatores geopolíticos e inovação financeira estão cada vez mais entrelaçados. A incerteza no ecossistema de stablecoins está crescendo, portanto, é importante acompanhar as políticas, especialmente para evitar riscos de conformidade na posse de ativos. Caso contrário, ao cometer erros, será difícil se arrepender a tempo.