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Ontem de madrugada,
Os EUA e o Irã na mesa de negociações em Islamabad,
Uma negociação que durou 21 horas,
No final, terminou de forma insatisfatória.
O vice-presidente dos EUA, Vance, anunciou,
Que não foi alcançado nenhum consenso com o Irã,
A delegação americana se preparou para retornar ao país.
O lado iraniano também afirmou:
Devido à “ganância e ambição dos EUA”,
Não foi possível chegar a um acordo.
Esse desfecho,
Já era esperado há muito tempo.
Essa negociação que parecia longa,
Desde o início revelou a postura forte e arrogante dos EUA.
A delegação americana só chegou no dia 11.
Vance ainda dormiu 4 horas após desembarcar.
Ao mesmo tempo,
Navios e aviões militares dos EUA forçaram a passagem pelo Estreito de Hormuz,
Enquanto negociavam, exibiam força.
Trump também publicou que os EUA
“Começaram a limpar o Estreito de Hormuz”.
O representante iraniano argumentou com firmeza na mesa:
Nunca abrirá mão do direito à enriquecimento de urânio,
Insistirá na soberania do Estreito de Hormuz,
Exigirá que o Líbano cesse imediatamente as hostilidades.
Mas a postura dos EUA era arrogante:
Não havia espaço para negociação,
No final, os EUA nem terminaram de falar,
E buscaram justificativas para sair mais cedo.
Pode-se perceber,
Que a delegação iraniana sabe bem,
Que aceitar as condições dos EUA significaria perder a soberania,
E o preço de recusar é que o país inteiro se aprofundaria no conflito.
Hoje, quão difícil é a situação do Irã?
Com a guerra deixando cicatrizes por toda parte,
O maior do Irã,
A maior ponte elevatória do Oriente Médio, a Beik, foi bombardeada,
8 mortos e 95 feridos,
A maioria civis.
Fábricas de energia foram destruídas,
O país enfrentou apagões em larga escala.
Mais de 105 mil instalações civis foram atacadas,
Universidades e escolas bombardeadas,
Mais de 300 estudantes e professores mortos,
Mais de 7.000 mulheres e crianças feridas,
Mais de 216 menores de idade mortos.
Quando a delegação iraniana partiu para o Paquistão,
No avião ainda estavam fotos de 4 crianças
Mortas por bombardeios israelenses e americanos.
Elas deveriam ter infância, aulas, futuro,
Mas se tornaram vítimas da guerra.
Essa negociação que não terminou,
Comprova de forma nua e crua uma dura verdade:
País fraco não tem diplomacia.
Por que hoje muitas pessoas sentem empatia pelo Irã?
Talvez seja uma reflexão histórica,
Sentimos na pele essa humilhação.
Há um século, a China também era assim,
Na Conferência de Paz de Paris,
Fomos um país vitorioso,
Mas as potências ainda transferiram direitos de Shandong para o Japão.
Defendemos nossos direitos,
Mas na época, era difícil mudar as decisões.
Por quê?
Porque a China daquela época era muito fraca.
A lição de “atraso leva a apanhar”,
Estava profundamente gravada na memória do nosso povo.
Por isso, ao ver a situação do Irã hoje,
Sentimos uma empatia profunda.
Essa negociação não concluída,
Talvez também esteja alertando todos os países:
Cada ficha na mesa de negociações,
Não é conquistada com palavras,
Mas com força nacional,
Com poder militar forte.
Sem uma defesa nacional forte,
Não há direito ao diálogo de igual para igual;
Sem força real,
Todas as reivindicações são apenas palavras vazias.
A dignidade nunca é concedida por outros,
Mas conquistada por si próprio.
Somente sendo forte,
É possível manter a postura firme no jogo internacional,
E ter a coragem de dizer “não” na mesa de negociações.