Percebi um paradoxo interessante: os países com a moeda mais cara e os cidadãos com os passaportes mais poderosos — não são de todo os mesmos. Uau!



Comecemos pelas moedas. Se olharmos para as mais caras do mundo, lideram os países árabes. O dinar kuwaitiano ocupa o primeiro lugar; a seguir vêm os riais do Bahrein e do оманский риал. É interessante notar que a libra britânica e o franco suíço também estão no topo — isto tem a ver com a estabilidade histórica e com a confiança nestas economias. O euro e o dólar dos EUA, claro, são conhecidos em todo o lado, mas, em termos do valor de uma unidade de moeda, não estão na liderança.

Já os passaportes contam uma história completamente diferente. Aqui, lideram Singapura, a Coreia do Sul e o Japão — os seus cidadãos podem viajar quase para todo o lado sem visto. Depois vêm os europeus: alemães, espanhóis, franceses, britânicos. Canadá, Austrália e os Emirados Árabes Unidos também estão no topo.

Engraçado, não é? A Suíça — um dos países mais ricos, com um franco forte — tem, de facto, um passaporte muito forte. Já o Kuwait, apesar de ter a moeda mais cara, não está nos primeiros lugares em liberdade de circulação. Fica a ideia de que o poder económico e o peso político são coisas diferentes. É interessante observar estes contrastes no sistema mundial.
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