Acabei de percorrer algumas listagens de telefones de luxo selvagens e, honestamente, o mercado de telefones ultra-premium está absolutamente fora de controlo, de uma forma fantástica. Estamos a falar de dispositivos onde a funcionalidade real do telefone é quase irrelevante — estes são basicamente peças de arte vestíveis que acontecem fazer chamadas.



A pergunta que todos fazem: qual é o telefone mais caro do mundo? Neste momento, é o Falcon Supernova iPhone 6 Pink Diamond, avaliado em $48,5 milhões. Sim, leu bem. O aparelho é revestido a ouro de 24 quilates com um diamante rosa de corte esmeralda na parte de trás. As especificações? Hardware antigo do iPhone 6. Mas esse é precisamente o ponto — não está a pagar por potência de processamento, está a pagar por uma pedra preciosa rara que, por acaso, tem um telefone ligado a ela.

Depois, temos o Black Diamond iPhone a $15 milhões — feito à mão por Stuart Hughes ao longo de nove semanas, com um diamante negro de 26 quilates a substituir o botão home e 600 diamantes brancos a adornar o chassis de ouro maciço. O modelo Elite Gold do mesmo designer atingiu $9,4 milhões, com 500 diamantes ao longo do bezel e um logótipo da Apple em platina. Estes não são itens de produção em massa; estamos a falar de unidades únicas ou pares feitos por joalheiros mestres.

O que realmente impulsiona estas avaliações insanas? Três coisas: Primeiro, os materiais em si — diamantes rosa e negros são algumas das pedras preciosas mais raras do planeta, muitas vezes a valorizar ao longo do tempo. Segundo, a artesania — meses de trabalho manual por especialistas, não linhas de montagem de fábrica. Terceiro, o ângulo de investimento — possuir um destes é como possuir um ativo portátil que também é funcional.

O Goldvish Le Million de 2006 ainda mantém o seu lugar nestas listas, apesar de ter 20 anos — ouro branco de 18 quilates com 120 quilates de diamantes de alta qualidade. Mesmo o Diamond Crypto Smartphone, avaliado em $1,3 milhões, é basicamente uma estrutura de platina cravejada com 50 diamantes, incluindo alguns azuis raros.

É fascinante como funciona o mercado de luxo — valor completamente desconectado da utilidade. Ninguém compra estes pelo câmara ou pelo processador. Eles compram a raridade, a exclusividade e a história da artesania. Lembra-me como certos ativos noutros mercados são avaliados puramente com base na escassez e na perceção.
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