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Tomar o dinheiro de investidores para empreender e falhar, qual é a consequência?
Na vida, há dois casos, ambos envolvendo empréstimos para empreender.
Um pegou 35 mil e desapareceu, no final conseguiu recuperar a maior parte com a ajuda de advogados.
Outro pegou 5 mil, ganhou dinheiro e devolveu voluntariamente 16 mil.
Qual é a diferença?
Não é habilidade, é caráter.
No primeiro caso, um ex-funcionário fazia jogos mobile.
Dizia que já tinha investidores, mas na verdade era uma tentativa de ganhar sem investir nada.
Pegou 35 mil, o protótipo do jogo era um pequeno personagem andando de um lado para o outro.
Depois, desapareceu, não atendia chamadas, ninguém conseguia localizar.
Por fim, um advogado entrou em ação, apareceu dirigindo um Passat.
Falava sem parar, ainda dizia que aquele servidor quebrado valia 100 mil.
O que é mais nojento?
Esse cara ainda circula no meio empresarial.
Investiu em obras de arte, produtos de saúde, enganando um atrás do outro.
No segundo caso, um irmão mais novo fazia camisetas.
Pegou 5 mil para giro de caixa, fez um recibo de empréstimo.
Ganhou dinheiro e devolveu voluntariamente 16 mil, um retorno de 3 vezes.
Perguntei por quê.
Ele disse que esse valor não é nada para ele agora.
Mas um retorno de 3 vezes mostra que ele valoriza sua confiança.
E o mais importante: não quer sentir que está devendo algo toda vez que te vê.
Ele não aguenta a sensação de ser desprezado.
Esses dois casos dividiram as pessoas do círculo de empreendedorismo em duas categorias.
Primeira, quem pega o dinheiro e considera como seu.
Se falha, evita o contato.
Se fica rico, não devolve.
De qualquer forma, investimento tem risco, perder é normal.
Segunda, quem pega o dinheiro e considera como dívida.
Se falha, assume a responsabilidade.
Se fica rico, devolve além do valor.
Porque confiança é mais importante que dinheiro.
Muita gente pergunta: o que acontece na vida empresarial quando alguém falha após pegar investimento?
Vou dizer algumas verdades duras.
Primeiro, quem realmente faz parte do círculo, não depende do dinheiro do investidor.
Hoje você deve ao Zhang San, amanhã o Li Si vai saber.
O círculo é pequeno, se a reputação for prejudicada, o caminho fica bloqueado.
Segundo, quem continua enganando, não é que não entende as consequências.
É que já não se importa mais.
De qualquer forma, depois de enganar um, já pensa no próximo.
Não há fim para os cortes de "cebolas", por que parar?
Fuja dessas pessoas.
Não é que sejam pouco inteligentes, é que não têm limites.
Terceiro, quem devolve o dinheiro voluntariamente não é bobo.
É que pensa mais longe que você.
5 mil viram 16 mil, parece prejuízo.
Mas confiança não tem preço.
Na próxima vez que empreender, ainda terá quem invista.
Essa é a verdadeira sabedoria empresarial.
Aqui vão algumas dicas de sobrevivência para quem quer empreender.
Primeiro, não pegue dinheiro de conhecidos para empreender.
Se perder, o dinheiro vai embora, e os amigos também.
Se ganhar, eles vão achar que foi justo.
De qualquer forma, sai no prejuízo.
Segundo, se pegar o dinheiro, encare como dívida.
Não é investimento, é dívida.
Primeiro, devolva o dinheiro ganho, depois discuta participação nos lucros.
Assim, na próxima, ainda confiarão em você.
Terceiro, não se esconda após uma falha.
Esconder-se é temporário, não por toda a vida.
Comunique-se honestamente, proponha um plano de pagamento.
Investidores não querem só dinheiro, querem atitude.
Quarto, não caia na armadilha de prometer investimentos ou pedidos de dinheiro com falsas promessas.
Dizer que já há investidores ou pedidos de encomendas é tudo truque, tudo golpe.
Quem tem dinheiro de verdade não vai pedir por esse valor.
Quinto, não julgue pelas palavras, mas pela forma como trata o dinheiro.
Quem pega o dinheiro e desaparece, mantenha distância.
Quem ganha dinheiro e devolve voluntariamente, pode confiar.
A reputação é a mesma coisa que caráter, isso não é exagero.
Por fim, uma verdade: as consequências no círculo empresarial não são decididas pelas regras.
São escolhas suas.
Se você escolhe ser enganador, sempre haverá alguém desconfiando de você.
Se escolhe ser honesto, sempre haverá quem confie.
Aquele irmão mais novo disse que não aguenta a sensação de ser desprezado.
Parece simples, mas poucos realmente conseguem fazer.
Muita gente, por dinheiro, chega a perder a dignidade.
Muitas vezes, tudo depende de alguém que te dê uma força no momento crucial.
Mas o pré-requisito é que você seja alguém que merece essa força.
Não confie na confiança dos outros como uma oportunidade de cortar o seu "cebolão".
Vá com calma, seja firme, não tenha pressa.
Viver é mais importante do que tudo.