A prata rompeu o teto de 50 anos, mas a fase já não é tão cedo
Muitas pessoas têm perguntado recentemente: a prata subiu tanto, já acabou? Mas o que realmente importa não é se subiu ou não, e sim que a prata há pouco tempo quebrou um teto estrutural que durou 50 anos. Primeiro, uma coisa: a quebra representa uma mudança de estrutura; não significa que vai subir em linha reta a seguir. 1. 50 dólares, é o “teto estrutural” de 50 anos da prata Ao olhar para a história, podemos ver: Em 1980, a prata perto de 50 dólares, o mercado de alta terminou. Em 2011, a prata novamente atingiu 49,6 dólares, o mercado de alta terminou. Isso não é coincidência, 50 dólares é o “teto” da prata nos últimos 50 anos. Cada vez que chega aqui, o mercado é interrompido. 2. Desta vez, foi quebrado: a estrutura mudou, mas a fase já não é tão cedo Desta vez, após a quebra dos 50, a prata seguiu até 70, 90, e até mesmo atingiu 121. Isso significa que a parede foi atravessada, a estrutura já mudou. Mas o mais importante também é: ao chegar na faixa de 86–121, indica que já não está na “fase inicial de arranque”. É mais parecido com: expansão da tendência após a quebra → superaquecimento → primeira desaceleração. 3. Como o mercado vai se comportar após a quebra? Antes da quebra, a prata parecia mais uma “recuperação após alta”, pois havia um teto. Após a quebra, parece mais uma “tendência de expansão” Subida → retração → troca de mãos → nova alta / nova retração Por isso: na verdadeira grande tendência, o mais comum não é uma linha reta, mas grandes oscilações. 4. O maior risco agora: confundir “troca de mãos em alta” com “início de alta” A prata, ao cair de 121 para pouco mais de 80, oscila, mas isso não é o fim, nem uma subida inevitável. É mais uma desaceleração após superaquecimento + troca de mãos em alta. Essa fase é a mais propensa a erros de julgamento: muitas pessoas confundem “consolidação” com “preparação para disparar”, e entram com posições pesadas, só para serem derrubadas por uma venda rápida. 5. O verdadeiro ponto-chave: não é se vai subir ou não, mas se consegue se sustentar após a retração O que deve ser observado a seguir não é o “preço alvo”, mas: Se a estrutura se mantém durante a retração, Se consegue se estabilizar: tendência continua Se não consegue: estrutura enfraquece, ou entra em uma correção maior Resumindo: a tendência não é confirmada pelo “percentual de alta”, mas por “não morrer na retração”. A estrutura da prata realmente mudou, mas isso não significa que: Todos irão ganhar dinheiro confortavelmente. O verdadeiro mercado de alta, muitas vezes, começa a torturar primeiro; O risco real vem de “ver a quebra e pensar que é o início de alta”.
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A prata rompeu o teto de 50 anos, mas a fase já não é tão cedo
Muitas pessoas têm perguntado recentemente: a prata subiu tanto, já acabou?
Mas o que realmente importa não é se subiu ou não, e sim que a prata há pouco tempo quebrou um teto estrutural que durou 50 anos.
Primeiro, uma coisa: a quebra representa uma mudança de estrutura;
não significa que vai subir em linha reta a seguir.
1. 50 dólares, é o “teto estrutural” de 50 anos da prata
Ao olhar para a história, podemos ver:
Em 1980, a prata perto de 50 dólares, o mercado de alta terminou.
Em 2011, a prata novamente atingiu 49,6 dólares, o mercado de alta terminou.
Isso não é coincidência, 50 dólares é o “teto” da prata nos últimos 50 anos.
Cada vez que chega aqui, o mercado é interrompido.
2. Desta vez, foi quebrado: a estrutura mudou, mas a fase já não é tão cedo
Desta vez, após a quebra dos 50, a prata seguiu até 70, 90, e até mesmo atingiu 121.
Isso significa que a parede foi atravessada, a estrutura já mudou.
Mas o mais importante também é: ao chegar na faixa de 86–121, indica que já não está na “fase inicial de arranque”.
É mais parecido com: expansão da tendência após a quebra → superaquecimento → primeira desaceleração.
3. Como o mercado vai se comportar após a quebra?
Antes da quebra, a prata parecia mais uma “recuperação após alta”, pois havia um teto.
Após a quebra, parece mais uma “tendência de expansão”
Subida → retração → troca de mãos → nova alta / nova retração
Por isso: na verdadeira grande tendência, o mais comum não é uma linha reta, mas grandes oscilações.
4. O maior risco agora: confundir “troca de mãos em alta” com “início de alta”
A prata, ao cair de 121 para pouco mais de 80, oscila, mas isso não é o fim, nem uma subida inevitável.
É mais uma desaceleração após superaquecimento + troca de mãos em alta.
Essa fase é a mais propensa a erros de julgamento: muitas pessoas confundem “consolidação” com “preparação para disparar”, e entram com posições pesadas, só para serem derrubadas por uma venda rápida.
5. O verdadeiro ponto-chave: não é se vai subir ou não, mas se consegue se sustentar após a retração
O que deve ser observado a seguir não é o “preço alvo”, mas:
Se a estrutura se mantém durante a retração,
Se consegue se estabilizar: tendência continua
Se não consegue: estrutura enfraquece, ou entra em uma correção maior
Resumindo: a tendência não é confirmada pelo “percentual de alta”, mas por “não morrer na retração”.
A estrutura da prata realmente mudou, mas isso não significa que:
Todos irão ganhar dinheiro confortavelmente.
O verdadeiro mercado de alta, muitas vezes, começa a torturar primeiro;
O risco real vem de “ver a quebra e pensar que é o início de alta”.