Uma poderosa liberação de energia do Sol desencadeou uma série de perturbações geomagnéticas que atingiram a Terra em fevereiro de 2026. A tempestade geomagnética resultante, classificada em nível G1 (menor), foi registrada oficialmente pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) em 5 de fevereiro, causando preocupações sobre potenciais interferências em sistemas de comunicação global.
Erupção Solar em Nível X4.2: A Maior Categoria de Intensidade
O fenômeno teve origem numa explosão solar catastrófica ocorrida em 4 de fevereiro, categorizada como nível X4.2 pela comunidade científica internacional. A classificação “X” representa a categoria máxima de intensidade para erupções solares, enquanto o número 4.2 indica a magnitude da energia liberada. De acordo com dados da plataforma Jin10, eventos solares dessa escala são extremamente raros e poderosos.
A liberação de energia numa erupção X4.2 é extraordinariamente rápida, com o processo completo de emissão e dissipação ocorrendo entre alguns minutos a poucas horas. Essa característica diferencia as erupções solares de outros fenômenos astronômicos de maior duração.
Tempestade Geomagnética G1 e Seus Efeitos nas Comunicações
A tempestade geomagnética que se seguiu atingiu o status G1, caracterizado como perturbação menor. Porém, mesmo nesse nível, consequências significativas podem se manifestar. A degradação ou interrupção nas frequências de rádio de alta banda é uma das principais preocupações, afetando potencialmente as regiões iluminadas do planeta.
Sistemas de comunicação via rádio, navegação GPS e operações de satélites podem sofrer interferências durante eventos dessa natureza. A NOAA alertou especialmente para as áreas que experimentariam maior exposição aos efeitos da perturbação geomagnética naquele período.
Tendências de Atividade Geomagnética para os Próximos Dias
Conforme registrado pela NOAA, a atividade geomagnética manteria padrões similares nos dias subsequentes. Previsões indicavam a ocorrência de tempestades geomagnéticas de nível G1 também em 6 e 8 de fevereiro, sugerindo um padrão de atividade prolongado associado à erupção solar inicial.
Esse padrão de múltiplas tempestades geomagnéticas num curto espaço de tempo reflete o impacto prolongado das partículas solares que continuaram chegando à magnetosfera terrestre após a erupção principal.
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Tempestade Geomagnética Provocada por Intensa Erupção Solar Chega à Terra em Fevereiro
Uma poderosa liberação de energia do Sol desencadeou uma série de perturbações geomagnéticas que atingiram a Terra em fevereiro de 2026. A tempestade geomagnética resultante, classificada em nível G1 (menor), foi registrada oficialmente pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) em 5 de fevereiro, causando preocupações sobre potenciais interferências em sistemas de comunicação global.
Erupção Solar em Nível X4.2: A Maior Categoria de Intensidade
O fenômeno teve origem numa explosão solar catastrófica ocorrida em 4 de fevereiro, categorizada como nível X4.2 pela comunidade científica internacional. A classificação “X” representa a categoria máxima de intensidade para erupções solares, enquanto o número 4.2 indica a magnitude da energia liberada. De acordo com dados da plataforma Jin10, eventos solares dessa escala são extremamente raros e poderosos.
A liberação de energia numa erupção X4.2 é extraordinariamente rápida, com o processo completo de emissão e dissipação ocorrendo entre alguns minutos a poucas horas. Essa característica diferencia as erupções solares de outros fenômenos astronômicos de maior duração.
Tempestade Geomagnética G1 e Seus Efeitos nas Comunicações
A tempestade geomagnética que se seguiu atingiu o status G1, caracterizado como perturbação menor. Porém, mesmo nesse nível, consequências significativas podem se manifestar. A degradação ou interrupção nas frequências de rádio de alta banda é uma das principais preocupações, afetando potencialmente as regiões iluminadas do planeta.
Sistemas de comunicação via rádio, navegação GPS e operações de satélites podem sofrer interferências durante eventos dessa natureza. A NOAA alertou especialmente para as áreas que experimentariam maior exposição aos efeitos da perturbação geomagnética naquele período.
Tendências de Atividade Geomagnética para os Próximos Dias
Conforme registrado pela NOAA, a atividade geomagnética manteria padrões similares nos dias subsequentes. Previsões indicavam a ocorrência de tempestades geomagnéticas de nível G1 também em 6 e 8 de fevereiro, sugerindo um padrão de atividade prolongado associado à erupção solar inicial.
Esse padrão de múltiplas tempestades geomagnéticas num curto espaço de tempo reflete o impacto prolongado das partículas solares que continuaram chegando à magnetosfera terrestre após a erupção principal.