A proteção dos ativos em criptomoedas exige compreensão das ameaças principais. Os esquemas de fraude P2P tornam-se cada vez mais sofisticados, e a primeira linha de defesa é a informação dos próprios traders. Os criminosos modernos aprimoram constantemente as técnicas de engano, usando pressão psicológica e brechas técnicas. Conhecer as dez esquemas P2P mais comuns ajudará a evitar perdas financeiras.
Pagamentos falsificados e tentativas de congelar ativos
Um dos esquemas mais típicos é o envio de recibos falsos ou capturas de tela de supostos pagamentos recebidos. Os fraudadores afirmam que os fundos foram transferidos via ESCROW e que chegarão à conta após o desbloqueio dos ativos criptográficos por sua parte. Essa pressão cria a ilusão de urgência: “Se você não enviar as moedas agora, os fundos serão congelados”.
Como se proteger:
Sempre verifique por si próprio a chegada real dos fundos na conta bancária ou na carteira eletrônica antes de desbloquear
Não se apresse sob pressão — pagamentos reais aparecem no sistema sem pressa
Estude as provas com máxima atenção: os fraudadores frequentemente copiam o design de recibos reais
Em caso de dúvidas, rejeite o esquema P2P e entre em contato com o suporte
Manipulação de “acordo mútuo” e outras artimanhas com botões da plataforma
Durante uma apelação, o fraudador pode induzi-lo a clicar no botão “Acordo mútuo”. Essa ação irreversível cancela automaticamente a ordem e libera a criptomoeda do vendedor sem verificação. Esse esquema P2P é especialmente perigoso, pois ocorre dentro da plataforma e parece legítimo.
Como evitar:
Use “Acordo mútuo” apenas se tiver 100% de certeza de que não realizou pagamento ou recebeu confirmação de devolução de fundos
Não confie em capturas de tela ou palavras do contrante — verifique sua conta por si próprio
Em caso de pressão, escolha a opção “Não foi possível chegar a um acordo” e anexe capturas como prova
Lembre-se: se não fizer nada antes do término do temporizador, a plataforma intervirá, mas a decisão pode não ser a seu favor sem provas convincentes
Fingir ser funcionários da plataforma e e-mails de phishing
Um dos tipos mais destrutivos de esquema P2P é quando o fraudador entra em contato por mensagens privadas ou e-mail, fingindo ser um representante do suporte da plataforma. Eles exigem desbloquear ativos “para evitar o congelamento da conta” ou “para verificação”. Depois, enviam um e-mail de phishing que copia o design de notificações oficiais.
Proteção contra imitadores:
Funcionários oficiais da plataforma nunca solicitam o envio de criptomoedas antes de receber o pagamento
Verifique o avatar do perfil: representantes oficiais têm um ícone de fones de ouvido com marca azul
Use a ferramenta de verificação de autenticidade do endereço de e-mail e número de telefone oficiais
Configure um código de phishing exclusivo nas configurações de segurança da sua conta
Observe a cor da bolha de mensagem no chat: mensagens oficiais aparecem na bolha laranja, contrapartes — na pêssego ou chocolate
Esquemas P2P de múltiplas etapas: fraude coordenada de várias pessoas
Dois ou mais fraudadores abrem simultaneamente várias ordens com um mesmo vendedor, criando caos. Usam pressão temporária e confusão para que o vendedor envie criptomoeda várias vezes, recebendo apenas parte dos pagamentos.
Exemplo real de esquema P2P:
Fraudador A coloca uma ordem de 2000 USDT, fraudador B — de 3000 USDT. Depois, B envia 2000 USDT ao vendedor, enquanto A marca sua ordem como paga. Confuso, o vendedor envia a criptomoeda na primeira ordem. Depois, B envia mais 1000 USDT e exige a criptomoeda de sua ordem, usando uma suposta confirmação do primeiro pagamento.
Como não cair nesse esquema:
Não aceite pagamentos de pessoas desconhecidas e sempre verifique se o nome do pagador coincide com os dados na plataforma
Analise cada confirmação com atenção — fraudadores frequentemente reutilizam a mesma confirmação várias vezes
Faça as ordens sequencialmente, sem dispersar-se em várias ao mesmo tempo
Exija uma confirmação única e nova para cada ordem
Papel do intermediário: quando o fraudador se esconde atrás de terceiros
O criminoso finge ser um comerciante P2P e entra em contato por canais externos — Telegram, WhatsApp ou redes sociais. Oferece taxas mais vantajosas, fornece dados de sua conta e anúncios na plataforma, criando esquemas P2P com compradores ou vendedores desavisados.
Cenários típicos:
Cenário 1: o fraudador oferece trocar 100 USD por 120 USDT em mensagens externas, pede que a vítima crie uma ordem na plataforma após o pagamento. Quando a vítima paga, o fraudador desaparece.
Cenário 2: o fraudador fornece dados bancários via Telegram e pede que a vítima copie-os no chat de ordens P2P “para confirmação de recebimento”. Sem perceber, a vítima fornece os dados a um terceiro comprador, que também desconhece o golpe. Depois, a vítima envia criptomoeda, que vai para a conta do fraudador.
Prevenção:
Comunique-se apenas no chat oficial da plataforma — evite canais externos
Não aceite pagamentos de pessoas desconhecidas — verifique se o nome na conta corresponde ao da plataforma
Lembre-se: se a comunicação ocorreu fora da plataforma, o suporte não poderá ajudar
Desconfie de ofertas recebidas por canais externos, mesmo que pareçam vantajosas
Esquemas de cancelamento de pagamento, cheques e obrigações recebidas
Algumas formas de pagamento permitem cancelar a transferência após algum tempo. O fraudador pode contestar a transação como erro ou fraude após você enviar a criptomoeda. Também há tentativas de pagamento com cheques sem fundos, que não podem ser descontados, ou cancelamentos logo após o desbloqueio dos ativos.
Existe um esquema P2P com atrasos no processamento de cheques: o fraudador envia um cheque, o sistema demora a confirmá-lo, e depois descobre-se que o cheque é falso ou vazio.
Como se proteger:
Nunca acelere o processo — confirme o recebimento dos fundos antes de enviar a criptomoeda
Rejeite qualquer tipo de cheque
Não aceite pagamentos de fontes desconhecidas, pois o risco de cancelamento aumenta exponencialmente
Se alguém insistir em pagar com cheque ou método incomum, é um sinal vermelho — envie uma apelação imediatamente
Manipulação de cancelamento de ordem após recebimento do pagamento
O fraudador inventa um problema técnico inexistente e pede o cancelamento da ordem após receber o pagamento, alegando que irá criar uma nova. Assim que o vendedor cancela, o comprador remove o anúncio, deixando a vítima sem fundos ou criptomoeda.
Como evitar:
Nunca cancele uma ordem após receber o pagamento
Se surgir um problema técnico, abra uma apelação — não cancele a ordem
Pedidos suspeitos de cancelamento são sinais de alerta
Guarde capturas de tela de toda a interação como prova
Fraudes por SMS e notificações falsas
O fraudador envia SMS que imitam mensagens de bancos ou sistemas de pagamento, alegando confirmação de envio de pagamento. A vítima, ao ver o SMS, envia criptomoeda, mas o pagamento nunca chega — a mensagem era falsa.
Proteção:
SMS não é prova de pagamento, pois podem ser falsificados facilmente
Sempre verifique seu saldo bancário ou carteira eletrônica antes de enviar moedas
Use aplicativos oficiais do banco, não apenas notificações por SMS
Lembre-se: sistemas oficiais sempre enviam notificações também por aplicativos seguros
Sorteios falsos e campanhas de bônus
Os fraudadores fingem ser organizadores de sorteios ou programas de bônus oficiais da plataforma. Prometem USDT grátis ou outros tokens, se você enviar uma pequena quantia de criptomoeda para “verificação de carteira” ou “desbloqueio do prêmio”. Depois, desaparecem com os fundos.
Como não cair:
Lembre-se: a plataforma oficial nunca exige envio de fundos para receber recompensas
Verifique todas as promoções apenas no site oficial, aplicativo ou contas verificadas nas redes sociais
Evite links suspeitos, não entre em grupos não oficiais no Telegram
Em caso de dúvida, confirme a autenticidade usando a ferramenta de verificação da plataforma
Pagamentos em dinheiro e risco de perdas irreversíveis
Esquemas P2P com pagamentos em dinheiro são os mais arriscados. O fraudador pode entregar dinheiro falsificado ou simplesmente não pagar, desaparecendo com a criptomoeda. Nesses casos, a plataforma não consegue verificar a transação por falta de provas legais. Os traders devem estar preparados para perder tudo nesse tipo de esquema.
Dicas para reduzir riscos:
Encontre-se em locais seguros com câmeras
Exija confirmação prévia de identidade
Use cédulas de alto valor, fáceis de verificar
Não realize grandes transações em dinheiro
Conheça as regras locais para transações P2P presenciais antes de negociar
Cinco regras principais contra qualquer esquema P2P de fraude
Verificação de pagamento: antes de enviar criptomoeda, confirme por si próprio a chegada dos fundos na sua conta ou carteira. Não confie em capturas de tela ou confirmações enviadas pelo contrante — podem ser falsificadas. Verifique os dados originais no aplicativo bancário ou na carteira eletrônica.
Verificação de identidade: assegure-se de que as informações nos dados de pagamento correspondem aos dados verificados do contrante na plataforma. Todos os P2P oficiais passaram por KYC, garantindo maior segurança e facilitando a resolução de disputas.
Apenas canais oficiais: comunique-se exclusivamente no chat da plataforma — evite Skype, Zoom, Discord, Telegram, WhatsApp e outros mensageiros. A plataforma só pode proteger seus direitos se a comunicação ocorrer no chat oficial de ordens P2P.
Documentação: tire capturas de tela de todas as interações e transações. Esses registros são essenciais para apelações e provas. Mantenha controle de valores, datas e nomes dos contrantes — isso ajudará a resolver disputas mais rapidamente.
Reação rápida: se algo parecer suspeito ou o contrante usar pressão, envie uma apelação imediatamente ao suporte da plataforma. Não cancele ordens, não clique em “Acordo mútuo”, não envie fundos. O suporte profissional analisará a situação e tomará a decisão correta.
Conclusão: a importância do conhecimento na evolução das fraudes
Os esquemas P2P de fraude estão em constante evolução, mas os princípios básicos de proteção permanecem os mesmos. Estar informado é sua principal arma contra os criminosos atuais. Lembre-se de que cada verificação, cada confirmação adicional e cada captura de tela podem salvar você de perdas financeiras. Nunca se apresse, sempre verifique as informações por si próprio e evite que a pressão psicológica funcione. Seguindo essas regras simples e compreendendo os esquemas típicos de fraude P2P, você aumentará significativamente a segurança de seus ativos em criptomoedas e poderá negociar com mais confiança.
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Saber e prevenir: os principais esquemas P2P de fraude em criptomoedas
A proteção dos ativos em criptomoedas exige compreensão das ameaças principais. Os esquemas de fraude P2P tornam-se cada vez mais sofisticados, e a primeira linha de defesa é a informação dos próprios traders. Os criminosos modernos aprimoram constantemente as técnicas de engano, usando pressão psicológica e brechas técnicas. Conhecer as dez esquemas P2P mais comuns ajudará a evitar perdas financeiras.
Pagamentos falsificados e tentativas de congelar ativos
Um dos esquemas mais típicos é o envio de recibos falsos ou capturas de tela de supostos pagamentos recebidos. Os fraudadores afirmam que os fundos foram transferidos via ESCROW e que chegarão à conta após o desbloqueio dos ativos criptográficos por sua parte. Essa pressão cria a ilusão de urgência: “Se você não enviar as moedas agora, os fundos serão congelados”.
Como se proteger:
Manipulação de “acordo mútuo” e outras artimanhas com botões da plataforma
Durante uma apelação, o fraudador pode induzi-lo a clicar no botão “Acordo mútuo”. Essa ação irreversível cancela automaticamente a ordem e libera a criptomoeda do vendedor sem verificação. Esse esquema P2P é especialmente perigoso, pois ocorre dentro da plataforma e parece legítimo.
Como evitar:
Fingir ser funcionários da plataforma e e-mails de phishing
Um dos tipos mais destrutivos de esquema P2P é quando o fraudador entra em contato por mensagens privadas ou e-mail, fingindo ser um representante do suporte da plataforma. Eles exigem desbloquear ativos “para evitar o congelamento da conta” ou “para verificação”. Depois, enviam um e-mail de phishing que copia o design de notificações oficiais.
Proteção contra imitadores:
Esquemas P2P de múltiplas etapas: fraude coordenada de várias pessoas
Dois ou mais fraudadores abrem simultaneamente várias ordens com um mesmo vendedor, criando caos. Usam pressão temporária e confusão para que o vendedor envie criptomoeda várias vezes, recebendo apenas parte dos pagamentos.
Exemplo real de esquema P2P: Fraudador A coloca uma ordem de 2000 USDT, fraudador B — de 3000 USDT. Depois, B envia 2000 USDT ao vendedor, enquanto A marca sua ordem como paga. Confuso, o vendedor envia a criptomoeda na primeira ordem. Depois, B envia mais 1000 USDT e exige a criptomoeda de sua ordem, usando uma suposta confirmação do primeiro pagamento.
Como não cair nesse esquema:
Papel do intermediário: quando o fraudador se esconde atrás de terceiros
O criminoso finge ser um comerciante P2P e entra em contato por canais externos — Telegram, WhatsApp ou redes sociais. Oferece taxas mais vantajosas, fornece dados de sua conta e anúncios na plataforma, criando esquemas P2P com compradores ou vendedores desavisados.
Cenários típicos:
Cenário 1: o fraudador oferece trocar 100 USD por 120 USDT em mensagens externas, pede que a vítima crie uma ordem na plataforma após o pagamento. Quando a vítima paga, o fraudador desaparece.
Cenário 2: o fraudador fornece dados bancários via Telegram e pede que a vítima copie-os no chat de ordens P2P “para confirmação de recebimento”. Sem perceber, a vítima fornece os dados a um terceiro comprador, que também desconhece o golpe. Depois, a vítima envia criptomoeda, que vai para a conta do fraudador.
Prevenção:
Esquemas de cancelamento de pagamento, cheques e obrigações recebidas
Algumas formas de pagamento permitem cancelar a transferência após algum tempo. O fraudador pode contestar a transação como erro ou fraude após você enviar a criptomoeda. Também há tentativas de pagamento com cheques sem fundos, que não podem ser descontados, ou cancelamentos logo após o desbloqueio dos ativos.
Existe um esquema P2P com atrasos no processamento de cheques: o fraudador envia um cheque, o sistema demora a confirmá-lo, e depois descobre-se que o cheque é falso ou vazio.
Como se proteger:
Manipulação de cancelamento de ordem após recebimento do pagamento
O fraudador inventa um problema técnico inexistente e pede o cancelamento da ordem após receber o pagamento, alegando que irá criar uma nova. Assim que o vendedor cancela, o comprador remove o anúncio, deixando a vítima sem fundos ou criptomoeda.
Como evitar:
Fraudes por SMS e notificações falsas
O fraudador envia SMS que imitam mensagens de bancos ou sistemas de pagamento, alegando confirmação de envio de pagamento. A vítima, ao ver o SMS, envia criptomoeda, mas o pagamento nunca chega — a mensagem era falsa.
Proteção:
Sorteios falsos e campanhas de bônus
Os fraudadores fingem ser organizadores de sorteios ou programas de bônus oficiais da plataforma. Prometem USDT grátis ou outros tokens, se você enviar uma pequena quantia de criptomoeda para “verificação de carteira” ou “desbloqueio do prêmio”. Depois, desaparecem com os fundos.
Como não cair:
Pagamentos em dinheiro e risco de perdas irreversíveis
Esquemas P2P com pagamentos em dinheiro são os mais arriscados. O fraudador pode entregar dinheiro falsificado ou simplesmente não pagar, desaparecendo com a criptomoeda. Nesses casos, a plataforma não consegue verificar a transação por falta de provas legais. Os traders devem estar preparados para perder tudo nesse tipo de esquema.
Dicas para reduzir riscos:
Cinco regras principais contra qualquer esquema P2P de fraude
Verificação de pagamento: antes de enviar criptomoeda, confirme por si próprio a chegada dos fundos na sua conta ou carteira. Não confie em capturas de tela ou confirmações enviadas pelo contrante — podem ser falsificadas. Verifique os dados originais no aplicativo bancário ou na carteira eletrônica.
Verificação de identidade: assegure-se de que as informações nos dados de pagamento correspondem aos dados verificados do contrante na plataforma. Todos os P2P oficiais passaram por KYC, garantindo maior segurança e facilitando a resolução de disputas.
Apenas canais oficiais: comunique-se exclusivamente no chat da plataforma — evite Skype, Zoom, Discord, Telegram, WhatsApp e outros mensageiros. A plataforma só pode proteger seus direitos se a comunicação ocorrer no chat oficial de ordens P2P.
Documentação: tire capturas de tela de todas as interações e transações. Esses registros são essenciais para apelações e provas. Mantenha controle de valores, datas e nomes dos contrantes — isso ajudará a resolver disputas mais rapidamente.
Reação rápida: se algo parecer suspeito ou o contrante usar pressão, envie uma apelação imediatamente ao suporte da plataforma. Não cancele ordens, não clique em “Acordo mútuo”, não envie fundos. O suporte profissional analisará a situação e tomará a decisão correta.
Conclusão: a importância do conhecimento na evolução das fraudes
Os esquemas P2P de fraude estão em constante evolução, mas os princípios básicos de proteção permanecem os mesmos. Estar informado é sua principal arma contra os criminosos atuais. Lembre-se de que cada verificação, cada confirmação adicional e cada captura de tela podem salvar você de perdas financeiras. Nunca se apresse, sempre verifique as informações por si próprio e evite que a pressão psicológica funcione. Seguindo essas regras simples e compreendendo os esquemas típicos de fraude P2P, você aumentará significativamente a segurança de seus ativos em criptomoedas e poderá negociar com mais confiança.