Comparando Layer 1 vs Layer 2: Soluções de Escalabilidade Blockchain que Transformam o Ecossistema Cripto

A tecnologia blockchain tem demonstrado a sua capacidade de aumentar a confiança, fortalecer a segurança das transações e melhorar a transparência dos dados em toda a rede de negócios. Este sistema descentralizado opera ao reduzir custos operacionais e simplificar processos anteriormente complexos. No entanto, com a rápida adoção, surgem questões urgentes: como fazer o blockchain evoluir de acordo com a demanda do mercado? É aqui que o layer 1 versus layer 2 se torna um tópico crucial. Ambas as abordagens oferecem soluções diferentes para o mesmo desafio de escalabilidade—como lidar com mais transações sem comprometer segurança ou descentralização.

Para manter a competitividade, o ecossistema blockchain precisa adotar inovações de ponta, como técnicas avançadas de escalonamento, tecnologia de sharding, protocolos de segurança aprimorados e iniciativas de descentralização mais robustas. Uma compreensão aprofundada de como o layer 1 e o layer 2 diferem e como podem trabalhar juntos é fundamental para otimizar as redes blockchain no futuro.

Trilema Blockchain: Por que Layer 1 vs Layer 2 se Torna Fundamental

A escalabilidade do blockchain não é apenas um desafio técnico—é uma questão fundamental conhecida como “Trilema Blockchain”. Este conceito revolucionário foi inicialmente proposto por Vitalik Buterin, um dos fundadores do Ethereum, e moldou a forma como a indústria pensa sobre o design de blockchain.

O Trilema Blockchain afirma que os sistemas blockchain enfrentam um dilema aparentemente insolúvel: precisam equilibrar três propriedades essenciais—descentralização, escalabilidade e segurança. Segundo este conceito, é impossível alcançar as três de forma ótima ao mesmo tempo. Cada projeto cripto, no final, deve sacrificar uma dessas qualidades para atingir um nível de compromisso aceitável.

Por isso, o debate entre layer 1 e layer 2 é tão importante. Layer 1 (a blockchain base) tenta resolver o trilema modificando seu protocolo fundamental, enquanto layer 2 (soluções acima da blockchain) opta por abordagens mais leves, construindo sobre a infraestrutura já existente. Encontrar o equilíbrio perfeito entre esses três fatores é crucial para a adoção de longo prazo do blockchain. Assim, a inovação contínua em diversos mecanismos de resolução de problemas é necessária para enfrentar esses desafios em constante evolução.

Compreendendo as Diferenças: Layer 1 vs Layer 2 nas Redes Blockchain

Antes de aprofundar nas soluções específicas, é importante entender como layer 1 e layer 2 diferem fundamentalmente. Ambas usam mecanismos completamente distintos para alcançar seus objetivos de escalabilidade.

Layer 1 (Blockchain Base) inclui:

  • Sharding: Sistema distribuído que divide o estado total da rede blockchain em pedaços menores (shards), permitindo processamento paralelo
  • Mudanças no mecanismo de consenso: Migração de Proof-of-Work (PoW) para Proof-of-Stake (PoS) para aumentar a escalabilidade e reduzir consumo energético
  • SegWit (Segregated Witness): Técnica que separa dados de assinatura dos dados de transação para otimizar o espaço do bloco

Layer 2 (Soluções adicionais) inclui:

  • State Channels: Facilitam transações off-chain entre partes, sem precisar broadcastar cada transação para toda a rede
  • Sidechains: Redes blockchain independentes conectadas via ponte (bridge) para melhorar interoperabilidade
  • Rollups: Agrupam dados de transações e os transferem da cadeia principal, executando transações off-chain enquanto mantêm garantias de segurança on-chain

Essa diferença não é apenas acadêmica—tem implicações práticas significativas na performance da rede, custos para usuários e distribuição de segurança.

Soluções Layer 1: Aumentando a Capacidade da Blockchain Base

Layer 1 é a fundação de todas as operações blockchain, também conhecida como blockchain principal ou mainchain. Soluções de escalonamento Layer 1, ou escalabilidade on-chain, trabalham ao capacitar a rede para lidar com transações diretamente na sua própria blockchain, sem necessidade de camadas adicionais.

Bitcoin e Ethereum são exemplos clássicos de redes Layer 1. Ambos usam modelos de consenso descentralizados para garantir as transações, onde múltiplos nós espalhados pela rede verificam e aprovam cada transação antes de adicioná-la ao bloco. Contudo, a crescente popularidade aumenta a demanda por confirmações mais rápidas e taxas menores.

Soluções Layer 1 oferecem diversos métodos para melhorias diretas na escalabilidade da rede blockchain. Estratégias comuns incluem modificar regras do protocolo, aumentar o tamanho dos blocos e acelerar o tempo de criação de blocos. Para implementar essas mudanças, a comunidade frequentemente realiza hard forks ou soft forks—como a famosa atualização SegWit do Bitcoin.

Outra abordagem importante é o sharding. Sharding divide a operação da blockchain em segmentos menores que podem processar dados simultaneamente, aumentando drasticamente a capacidade total da rede.

Como Layer 1 Melhora a Escalabilidade: De Sharding a Proof-of-Stake

Tecnologia de Sharding

Sharding é inspirado na arquitetura de bancos de dados distribuídos. Essa técnica divide o estado total da blockchain em partes menores, chamadas “shards”. Cada nó é responsável por um shard específico, processando transações em paralelo, o que aumenta significativamente o throughput da rede. Esses shards se comunicam entre si via protocolos específicos para compartilhar informações sobre endereços, saldos e o estado global.

Exemplo real é o Zilliqa, que implementa sharding baseado em transações. Transações são divididas em pequenos grupos processados paralelamente por diferentes shards, aumentando o throughput de forma expressiva.

Transição para Proof-of-Stake (PoS)

Proof-of-Stake é um mecanismo de consenso mais eficiente que o Proof-of-Work. Ele consome muito menos energia—uma consideração importante num mundo que busca alternativas mais sustentáveis.

No PoS, ao invés de mineradores resolverem problemas criptográficos complexos, os participantes da rede “apostam” (stake) seus tokens para validar novos blocos. Este sistema não só economiza energia, como também pode melhorar a escalabilidade, segurança e eficiência.

A transição do Ethereum para Ethereum 2.0 envolve adoção do PoS, uma mudança histórica que visa aumentar a capacidade de processamento de Ethereum de cerca de 30 TPS para até 100.000 TPS. Essa melhoria fundamental visa resolver os congestionamentos que têm sido um grande obstáculo, proporcionando uma experiência mais fluida e eficiente.

SegWit: Otimização de Dados de Transação

SegWit (Segregated Witness) separa os dados de assinatura digital dos dados principais da transação, eliminando redundâncias. Assim, blocos podem conter mais transações no mesmo espaço.

Ele resolve a limitação de tamanho de bloco do Bitcoin, que é de 1 MB, permitindo processar mais transações por bloco. Quando há alta demanda, essa limitação causa atrasos.

Ao separar as assinaturas, que representam cerca de 65% do espaço de uma transação, SegWit reduz o peso das transações e acelera o processamento. Além disso, mantém compatibilidade retroativa—nós que adotam o protocolo podem interagir com nós antigos, facilitando uma transição suave.

Exemplos de Projetos Layer 1 e Seus Mecanismos

Soluções Layer 1 representam melhorias na arquitetura principal da rede blockchain, sem necessidade de sistemas sobrepostos. Elas aumentam a eficiência ao modificar o protocolo ou implementar sharding.

Projetos líderes incluem:

  • Ethereum 2.0: Transição para PoS e sharding para maior throughput
  • Cardano: Usa o mecanismo Ouroboros PoS, com alta escalabilidade e eficiência energética
  • Algorand: Implementa PoS puro, com foco na velocidade e finalização rápida
  • Fantom: Usa consenso aBFT (Byzantine Fault Tolerance Assíncrono) para alta performance
  • Bitcoin com SegWit: Implementa SegWit para aumentar capacidade de transações sem alterar o tamanho do bloco

Vantagens das Soluções Layer 1 de Escalonamento

As soluções Layer 1 oferecem benefícios importantes frente às Layer 2:

Sem Necessidade de Cadeia Separada: Não requerem redes ou infraestruturas adicionais, apenas modificam regras do protocolo para aumentar capacidade e velocidade, atendendo mais usuários e dados.

Mudanças no Protocolo para Escalabilidade Duradoura: Ao alterar o núcleo do protocolo, proporcionam melhorias permanentes, como maior throughput, eficiência, segurança, menores custos e escalabilidade sustentável, mantendo a descentralização.

Redução de Custos de Transação: Ao diminuir congestionamentos, usuários enfrentam menos competição por espaço no bloco, reduzindo taxas. Essas melhorias são integradas ao protocolo base, gerando efeitos duradouros.

Preservação da Descentralização: Alterações transparentes no protocolo garantem que a rede continue descentralizada e controlada pelos usuários, facilitando a integração de novas ferramentas e desenvolvimentos.

Limitações das Soluções Layer 1 a Considerar

Apesar das vantagens, há desafios:

  • Impacto na Receita de Miners/Validadores: Com a mudança para sistemas mais eficientes (como PoS), validadores podem ver redução de receita, o que pode afetar incentivos para melhorias de escalabilidade.

  • Limitações de Hardware de Nós Individuais: Restrições de armazenamento e banda larga dificultam o desempenho de nós distribuídos, limitando a performance geral.

  • Congestionamento Mesmo com Melhorias: Aumento no volume de transações pode gerar congestionamentos, mesmo com sharding e outras técnicas.

  • Complexidade nas Transações Cross-Shard: Transações entre shards ainda são desafiadoras, com maior uso de banda e tempos de confirmação mais longos. Melhorias na redução de latência ainda estão em desenvolvimento.

Soluções Layer 2: Escalabilidade por Camadas Adicionais

Layer 2 refere-se a redes, sistemas ou tecnologias que operam sobre a blockchain Layer 1 para oferecer funcionalidades extras e melhorias de desempenho. A ideia é simples e poderosa: deixar o blockchain principal focado na segurança e descentralização, enquanto camadas adicionais cuidam da escalabilidade.

Essas soluções garantem que as transações sejam mais rápidas e eficientes, mantendo a segurança e descentralização do Layer 1. Assim, o ecossistema blockchain consegue um compromisso melhor com o trilema—equilibrando as três propriedades.

Três Categorias Principais de Soluções Layer 2

Rollups: Agrupamento e Execução Off-Chain

Rollups aumentam a escalabilidade ao executar transações e contratos inteligentes fora da cadeia principal, validando apenas os resultados na cadeia (on-chain). Essa estratégia oferece throughput muito maior e custos menores comparados às transações on-chain tradicionais.

Eles funcionam assim:

  1. Execução Off-Chain: O Layer 2 processa transações em nome do blockchain principal, seja com outros usuários ou contratos inteligentes. O blockchain principal só precisa verificar e armazenar os dados brutos, reduzindo custos.
  2. Agrupamento de Transações: Muitas transações são agrupadas em lotes e enviadas para a cadeia principal, otimizando o uso do espaço.
  3. Validação Mínima: Requer apenas um validador honesto para verificar os lotes na cadeia principal, minimizando o hardware necessário sem comprometer a segurança.

State Channels: Transações Off-Chain entre Partes

State channels permitem que várias partes façam muitas transações off-chain, sem precisar broadcastar cada uma para toda a rede. Isso melhora a escalabilidade ao reduzir o volume de transações processadas na cadeia principal e seus custos.

O exemplo mais conhecido é o Lightning Network, que opera sobre Bitcoin, permitindo transações rápidas, de baixo custo e com alta escalabilidade, mantendo a segurança.

Sidechains: Blockchain Independente Conectada

Sidechains são redes blockchain independentes, conectadas à principal via ponte bidirecional (bridge). Elas têm seus próprios mecanismos de consenso, que podem ser ajustados às necessidades específicas, tornando-se mais eficientes e econômicas.

Porém, não herdando a segurança da cadeia principal, a segurança do sidechain depende de seus validadores. São úteis para aliviar congestionamentos, reduzir custos e ampliar funcionalidades, além de servirem como ambientes de testes.

Projetos como Polygon PoS, Skale e Rootstock exemplificam sidechains populares. Ethereum também possui shard chains conectadas à Beacon Chain, que deve se tornar a cadeia principal do Ethereum baseado em PoS.

Exemplos de Projetos Layer 2 de Destaque

Arbitrum, Lightning Network, Optimism e Polygon são as soluções Layer 2 mais influentes:

Arbitrum: Usa Optimistic Rollups para melhorar eficiência na Ethereum, com maior throughput e menores custos, mantendo segurança e interoperabilidade. Seu token ARB é negociado por cerca de $0.10, com uma estrutura DAO para governança.

Lightning Network: Para Bitcoin, possibilita transações rápidas e baratas, tornando o Bitcoin mais parecido com dinheiro digital peer-to-peer, com menor consumo energético.

Optimism: Usa optimistic rollups na Ethereum, contribuindo para a escalabilidade do ecossistema. Possui uma vasta gama de protocolos, como Synthetix, Uniswap e Velodrome, com valores bloqueados superiores a $500 milhões. Facilita o uso ao permitir adicionar a rede ao MetaMask e fazer ponte de tokens.

Polygon: Visa criar uma “internet de blockchains” para superar custos altos e baixa capacidade do Ethereum, permitindo lançamentos rápidos de blockchains compatíveis. Rebatizado de Polygon, busca ser a infraestrutura para uma rede altamente escalável e colaborativa.

Vantagens das Soluções Layer 2

Elas oferecem benefícios práticos como:

  1. Eficiência com Optimistic Rollups: Arbitrum aumenta o throughput e reduz custos, com token de governança ARB e estrutura DAO.
  2. Velocidade e Sustentabilidade: Lightning Network torna transações Bitcoin mais rápidas e econômicas, com menor impacto ambiental.
  3. Escalonamento do Ecossistema Ethereum: Optimism amplia a capacidade, facilitando integração com MetaMask e ponte de tokens.
  4. Internet de Blockchains: Polygon promove interoperabilidade, permitindo troca de valor e informações entre diferentes blockchains.

Desafios e Limitações do Layer 2

Apesar do potencial, há obstáculos:

  • Conectividade Limitada entre Protocolos: DApps em Layer 2 podem ter dificuldades de interoperabilidade com outros protocolos ou com a Layer 1, fragmentando a experiência do usuário.
  • Fragmentação de Liquidez: Ecossistemas separados podem dispersar liquidez, dificultando operações financeiras integradas.
  • Complexidade na Onboarding: Múltiplas soluções Layer 2 aumentam a complexidade de uso, com necessidade de múltiplas contas e pontes, dificultando o gerenciamento de fundos e segurança.

Comparação Direta: Layer 1 vs Layer 2 na Prática

A questão central na comparação entre layer 1 e layer 2 é como ambos funcionam na prática. Não adianta apenas listar benefícios; cada um tem suas aplicações e qualidades distintas.

Layer 1 é a rede independente que cobre todos os aspectos essenciais—disponibilidade de dados, consenso e execução de transações. Seu foco é segurança e uma base sólida para soluções de layer 2.

Layer 2 depende do layer 1 e serve para ampliar suas capacidades. Não substitui, mas complementa.

A escalabilidade do layer 1 é alcançada por métodos como mudanças no consenso e sharding. Layer 2 usa canais de estado, blockchains aninhadas, rollups e sidechains para melhorar o desempenho, aumentar o throughput e reduzir custos.

A rede Layer 1 atua como fonte de verdade e responsável final pelo settlement das transações. Seus tokens nativos dão acesso aos recursos da rede e frequentemente lideram inovações em consenso.

Layer 2 oferece funções similares, com melhorias em desempenho e custos. Cada solução tem seu método de mapear transações de volta ao layer 1, garantindo segurança sem sacrificar eficiência.

Impacto do Ethereum 2.0 na Estratégia Layer 1 e Layer 2

A evolução do Ethereum 2.0 marca uma mudança que pode transformar ambos os layers. Desde a transição do Ethereum do PoW para PoS (The Merge), esforços têm sido feitos para melhorar eficiência, escalabilidade e segurança simultaneamente.

Ethereum 2.0 visa aumentar a capacidade para até 100.000 TPS—uma melhora dramática frente aos atuais 30 TPS—resolvendo congestionamentos históricos, melhorando a experiência do usuário.

Porém, Ethereum 2.0 não torna as soluções Layer 2 obsoletas. Elas continuam essenciais, especialmente para operações complexas de DeFi e interoperabilidade entre protocolos. A limitação de compatibilidade total entre chains e a experiência fragmentada ainda são desafios, mas projetos como Polygon trabalham para reduzir essas lacunas.

Aplicações e Implicações Reais

Tanto Layer 1 quanto Layer 2 têm aplicações que transformam setores e casos de uso:

Finanças Descentralizadas (DeFi)

Ethereum, como blockchain Layer 1 líder, oferece um ecossistema robusto para DeFi. Projetos como MakerDAO criam stablecoins como DAI, apoiadas por ETH, negociado a cerca de $1.96K, com variação de +0.45% em 24h.

Ethereum também suporta empréstimos via smart contracts, pagamentos, trocas e armazenamento de dados. Sua capacidade de transferir dados de forma segura entre milhões de servidores tem potencial para revolucionar armazenamento e compartilhamento de informações.

Layer 2, como Lightning Network, possibilita transações financeiras mais rápidas, baratas e escaláveis, viabilizando casos de uso antes impossíveis na Layer 1, como micropagamentos, remessas internacionais, jogos e liquidações rápidas.

Por exemplo, Nostr, rede social descentralizada, usa Lightning para micropagamentos. Strike, app móvel, permite transferências internacionais rápidas e baratas. THNDR Games integra Lightning em jogos móveis, oferecendo experiências imersivas. OpenNode possibilita comerciantes aceitarem Bitcoin via Lightning, com liquidação quase instantânea.

Polygon também impacta o mercado DeFi, com TVL de aproximadamente $1,3 bilhão em junho de 2023, sendo usado por grandes plataformas. Protocolos como Compound (COMP) a $18.14 (+0.55%) e Aave (AAVE) a $115.90 (-6.78%) exemplificam sua adoção. Além disso, suporta NFTs e transações de baixo custo.

Mercado de NFTs e Colecionáveis Digitais

Ethereum é a base do mercado global de NFTs, permitindo monetizar arte, música e mídia digital via tokens não-fungíveis. Essa revolução criou uma nova economia para criadores digitais.

Polygon, como solução Layer 2, reduz custos e amplia acessibilidade ao mercado de NFTs, facilitando compras, vendas e coleções digitais com taxas mínimas.

Jogos e Entretenimento Web 3

Polygon criou a divisão Polygon Studios em 2021, focada em transicionar jogos de Web 2.0 para Web 3.0. Apoia criadores na construção de jogos, oferecendo suporte de marketing, comunidade e investimentos.

A combinação da robustez do Ethereum com a escalabilidade do Polygon melhora a experiência em jogos blockchain, reduzindo latência e aumentando a eficiência na negociação de NFTs in-game, como em plataformas GameFi e dApps de NFTs.

O Futuro da Escalabilidade Blockchain: O Que Vem por Aí

Pesquisadores e desenvolvedores estão intensificando esforços em sharding, transações off-chain e soluções Layer 2 para atender às demandas futuras. O objetivo é superar limitações inerentes, como baixa velocidade e altos custos, tornando o blockchain mais acessível para aplicações mainstream.

Estratégias híbridas, que combinam o melhor de ambos os mundos, podem alcançar resultados ótimos. Essas inovações tornarão o uso do blockchain mais rápido, fácil e amigável para novos usuários, impulsionando sua adoção em massa.

À medida que a escalabilidade melhora, os blockchains ficarão mais aptos a suportar aplicações diárias, DeFi e outros serviços, atendendo às crescentes demandas do mercado digital. Tecnologias como LayerZero continuam expandindo os limites de interoperabilidade e escalabilidade cross-chain.

Conclusão: Construindo um Futuro Blockchain Escalável

O futuro das soluções de escalonamento blockchain é promissor, com pesquisa contínua garantindo melhorias constantes na capacidade das redes. A combinação de soluções Layer 1 e Layer 2 oferece um potencial empolgante para o ecossistema.

Compreender as diferenças entre layer 1 e layer 2 é essencial para otimizar estratégias futuras. Essas iniciativas terão impacto direto na adoção mainstream de criptomoedas, pois redes mais escaláveis gerenciam melhor a crescente demanda por finanças descentralizadas e aplicações blockchain.

Estamos caminhando para um ambiente digital mais utilizável, acessível e seguro, graças a esses avanços na infraestrutura blockchain. É um momento empolgante para se envolver no setor, com oportunidades ilimitadas à frente. Com Layer 1 fornecendo uma base sólida e Layer 2 oferecendo escalabilidade prática, o ecossistema blockchain está preparado para uma transformação sem precedentes.

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