No dia 19, horário local, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Irã deve chegar a um “acordo significativo” com os EUA, caso contrário, “coisas ruins irão acontecer”.
No mesmo dia, Trump realizou seu primeiro encontro e discurso na chamada “Comissão da Paz” na Washington American Peace Institute, mencionando o ataque aéreo das forças americanas às instalações nucleares iranianas em junho do ano passado, e afirmou que chegar a um “acordo significativo” com a Irã não é uma tarefa fácil, reiterando que o Irã não pode possuir armas nucleares.
As negociações indiretas entre EUA e Irã ocorreram na cidade de Genebra, na Suíça, no dia 17. Após o encontro, as partes declararam que, apesar das divergências ainda existirem, houve progresso em relação à rodada anterior, e concordaram em continuar o diálogo. Segundo informações dos EUA em 18 de janeiro, embora Trump ainda não tenha decidido definitivamente se lançará uma ação militar contra o Irã, as forças americanas estão preparadas para atacar o Irã já neste fim de semana, se necessário.
Trump também afirmou na reunião que os EUA doariam 10 bilhões de dólares à “Comissão da Paz”, e que Cazaquistão, Azerbaijão, Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Bahrein, Catar, Arábia Saudita, Uzbequistão e Kuwait prometeram fornecer 7 bilhões de dólares para o plano de ajuda a Gaza.
No dia 22 de janeiro, Trump assinou um documento na cidade de Davos, na Suíça, junto com representantes de mais de dez países e regiões, dando início à chamada “Comissão da Paz”, da qual ele próprio é presidente. Trump afirmou que a “Comissão da Paz” começará lidando com a questão de Gaza, e posteriormente abordará “outros conflitos”. A comissão fundadora e executiva é composta por sete membros, principalmente de origem americana.
Algumas opiniões sugerem que os EUA desejam criar uma instituição paralela às Nações Unidas, o que poderia prejudicar ainda mais a autoridade e o funcionamento da ONU. Atualmente, poucos países aliados ocidentais dos EUA aceitaram publicamente participar.
(Origem: CCTV News)
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Trump afirma que o Irã deve alcançar um “acordo significativo” com os Estados Unidos
No dia 19, horário local, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a Irã deve chegar a um “acordo significativo” com os EUA, caso contrário, “coisas ruins irão acontecer”.
No mesmo dia, Trump realizou seu primeiro encontro e discurso na chamada “Comissão da Paz” na Washington American Peace Institute, mencionando o ataque aéreo das forças americanas às instalações nucleares iranianas em junho do ano passado, e afirmou que chegar a um “acordo significativo” com a Irã não é uma tarefa fácil, reiterando que o Irã não pode possuir armas nucleares.
As negociações indiretas entre EUA e Irã ocorreram na cidade de Genebra, na Suíça, no dia 17. Após o encontro, as partes declararam que, apesar das divergências ainda existirem, houve progresso em relação à rodada anterior, e concordaram em continuar o diálogo. Segundo informações dos EUA em 18 de janeiro, embora Trump ainda não tenha decidido definitivamente se lançará uma ação militar contra o Irã, as forças americanas estão preparadas para atacar o Irã já neste fim de semana, se necessário.
Trump também afirmou na reunião que os EUA doariam 10 bilhões de dólares à “Comissão da Paz”, e que Cazaquistão, Azerbaijão, Emirados Árabes Unidos, Marrocos, Bahrein, Catar, Arábia Saudita, Uzbequistão e Kuwait prometeram fornecer 7 bilhões de dólares para o plano de ajuda a Gaza.
No dia 22 de janeiro, Trump assinou um documento na cidade de Davos, na Suíça, junto com representantes de mais de dez países e regiões, dando início à chamada “Comissão da Paz”, da qual ele próprio é presidente. Trump afirmou que a “Comissão da Paz” começará lidando com a questão de Gaza, e posteriormente abordará “outros conflitos”. A comissão fundadora e executiva é composta por sete membros, principalmente de origem americana.
Algumas opiniões sugerem que os EUA desejam criar uma instituição paralela às Nações Unidas, o que poderia prejudicar ainda mais a autoridade e o funcionamento da ONU. Atualmente, poucos países aliados ocidentais dos EUA aceitaram publicamente participar.
(Origem: CCTV News)