As provas históricas revelam que Epstein tinha um conhecimento muito antecipado sobre o Bitcoin, acompanhando a sua evolução desde os primeiros momentos em 2011, quando o seu preço não ultrapassava alguns cêntimos e apenas poucos tinham conhecimento da sua existência.
Nesses primeiros tempos, ele reconheceu que a ideia tinha uma verdadeira genialidade, mas enfrentava desafios técnicos fundamentais. No entanto, a sua postura evoluiu com o tempo. Em 2014, quando o Bitcoin atingiu uma maior maturidade, enviou uma mensagem ao bilionário Peter Thiel, na qual expressava a sua opinião de que o Bitcoin não estava destinado a ser uma moeda real, mas sim um ativo financeiro que serve principalmente para investimento e especulação.
E, após mais três anos, em 2017, quando o Bitcoin atingiu o auge do interesse público e todos começaram a falar sobre comprá-lo, adotou uma postura completamente diferente, respondendo claramente "não" quando questionado se recomendaria aos outros investir nele.
O padrão que este comportamento revela indica que a pessoa agia apenas por interesses pessoais, investindo em Bitcoin desde os seus primórdios enquanto desencorajava os outros de fazerem o mesmo. Em outras palavras, via o Bitcoin apenas como uma forma de lucro rápido, e não como uma verdadeira revolução tecnológica, tendo assim um interesse claro em impedir a disseminação da ideia em larga escala e em manter o seu próprio poder de investimento. Este padrão de comportamento reflete uma natureza conflituosa e antiética na abordagem às oportunidades de investimento.
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As provas históricas revelam que Epstein tinha um conhecimento muito antecipado sobre o Bitcoin, acompanhando a sua evolução desde os primeiros momentos em 2011, quando o seu preço não ultrapassava alguns cêntimos e apenas poucos tinham conhecimento da sua existência.
Nesses primeiros tempos, ele reconheceu que a ideia tinha uma verdadeira genialidade, mas enfrentava desafios técnicos fundamentais. No entanto, a sua postura evoluiu com o tempo. Em 2014, quando o Bitcoin atingiu uma maior maturidade, enviou uma mensagem ao bilionário Peter Thiel, na qual expressava a sua opinião de que o Bitcoin não estava destinado a ser uma moeda real, mas sim um ativo financeiro que serve principalmente para investimento e especulação.
E, após mais três anos, em 2017, quando o Bitcoin atingiu o auge do interesse público e todos começaram a falar sobre comprá-lo, adotou uma postura completamente diferente, respondendo claramente "não" quando questionado se recomendaria aos outros investir nele.
O padrão que este comportamento revela indica que a pessoa agia apenas por interesses pessoais, investindo em Bitcoin desde os seus primórdios enquanto desencorajava os outros de fazerem o mesmo. Em outras palavras, via o Bitcoin apenas como uma forma de lucro rápido, e não como uma verdadeira revolução tecnológica, tendo assim um interesse claro em impedir a disseminação da ideia em larga escala e em manter o seu próprio poder de investimento. Este padrão de comportamento reflete uma natureza conflituosa e antiética na abordagem às oportunidades de investimento.