Huang anunciou três mudanças revolucionárias no desenvolvimento da inteligência artificial

No Fórum de Davos, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, apresentou os marcos mais importantes no desenvolvimento da IA ao longo do último ano, que, segundo ele, mudaram radicalmente a perceção das capacidades dos modelos modernos. Não se trata apenas de melhorar o desempenho, trata-se de uma transição qualitativa para aplicações e capacidades fundamentalmente novas da inteligência artificial.

De demos a soluções funcionais

Jensen Huang notou que, até recentemente, os modelos de IA eram propensos a alucinações e não podiam ser aplicados de forma fiável em tarefas reais. No entanto, ao longo do último ano, houve um avanço significativo — os modelos aprenderam não só a reproduzir informação, mas também a demonstrar capacidades cognitivas genuínas. Começaram a demonstrar capacidades de raciocínio, planeamento a longo prazo e a capacidade de responder a perguntas complexas sem formação prévia em cenários específicos.

São estas capacidades que formaram a base de uma nova classe de soluções – a chamada IA baseada em agentes, que pode agir de forma independente, tomar decisões e adaptar-se a novas situações. Isto significa passar de chatbots simples para assistentes inteligentes e completos, capazes de realizar tarefas complexas e em vários passos.

Democratizando Modelos: A Era do Código Aberto

A segunda conquista significativa, segundo o diretor da Nvidia, está relacionada com o florescimento do ecossistema dos modelos open source. O ponto de viragem surgiu quando o modelo de inferência funcional open-source, DeepSeek, apareceu pela primeira vez, que mostrou que as soluções de IA de alto desempenho já não eram monopólio das grandes corporações.

Esta inovação criou um ecossistema de modelos acessíveis que podem ser implementados e melhorados por empresas de todas as dimensões, laboratórios de investigação e instituições educativas. Isto levou a uma inovação acelerada e permitiu que investigadores e programadores em todo o mundo experimentassem as suas próprias aplicações de IA baseadas em modelos comprovados. A abertura e a acessibilidade já não são um obstáculo à introdução da inteligência artificial.

IA Física: Compreender a Realidade, Não Apenas Palavras

A terceira direção de progresso, identificada por Jensen Huang, representa uma etapa fundamentalmente nova no desenvolvimento da IA — a transição de modelos puramente linguísticos para sistemas capazes de compreender e interagir com o mundo físico. A IA física não se limita ao processamento de texto; Está ciente das leis da natureza e pode trabalhar com processos biológicos, reações químicas e fenómenos físicos.

Em particular, os modelos demonstraram a capacidade de analisar a dinâmica do fluxo de fluidos, calcular o comportamento de partículas elementares e até trabalhar com os conceitos da física quântica. Isto abre oportunidades sem precedentes para a investigação científica, o desenvolvimento de novos materiais e a solução de problemas complexos de engenharia que anteriormente exigiam o envolvimento de especialistas humanos.

Assim, diz Huang, a IA está a evoluir de uma ferramenta de processamento de informação para um parceiro humano pleno na cognição e transformação da realidade envolvente.

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