Fonte: CryptoNewsNet
Título Original: Stablecoins Could Reach 20% of Bank Deposits in Some Emerging Markets: S&P Global
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A S&P Global Ratings afirma que as stablecoins, principalmente as stablecoins atreladas ao dólar, podem ganhar uma fatia maior de mercado nas economias emergentes, com o volume de stablecoins em 45 países potencialmente passando de cerca de 70 bilhões de dólares para 730 bilhões de dólares.
O relatório, divulgado esta semana, afirma que o papel das stablecoins no sistema financeiro está a “crescer em paralelo com a rápida expansão de sua emissão”.
Apesar disso, os analistas apontam que a adoção de stablecoins atingiu o limite estimado deles, “não sendo suficiente para impactar significativamente o papel de intermediação dos bancos ou a eficácia da política monetária”.
Esta agência de classificação com sede em Nova York baseia suas previsões em três forças principais: pressão sobre a moeda local, demanda por remessas internacionais e uso mais amplo de ativos digitais.
“Adotar será impulsionado pelos seguintes fatores, em ordem de importância: proteção de riqueza, remessas e comércio internacional, bem como o entusiasmo geral por ativos digitais”, aponta o relatório.
Mercados-chave na adoção de stablecoins
Como defendido pela S&P Global, países com alta inflação demonstram o maior potencial de adoção de stablecoins. Em seu cenário mais agressivo, a empresa prevê que as stablecoins possam atingir uma participação significativa no valor de depósitos bancários em mercados específicos, ou seja, países onde as stablecoins são usadas para proteção de riqueza — aqueles com poder de compra da moeda local em declínio.
“Assumimos que a adoção de stablecoins pode alcançar de 10% a 20% dos depósitos bancários nos 15 países onde a proteção de riqueza (poder de compra) é mais importante”, afirma o relatório.
Essas previsões são baseadas em dados de depósitos bancários até o final de 2024, com a Argentina e a Turquia liderando a lista, considerando a média de inflação dos últimos dois anos.
No início de janeiro deste ano, a Artemis, uma empresa de análise de blockchain, estimou que o consumo de cartões Visa atrelados a stablecoins atingiria uma taxa anualizada de 3,5 bilhões de dólares até o final de 2025, um aumento de aproximadamente 460% em relação ao ano anterior.
A distribuição geográfica do uso de stablecoins mostra que a Índia e a Argentina são “verdadeiros valores atípicos globais”, com USDC representando 47,4% e 46,6% do uso, respectivamente. Em comparação, os dados indicam que o USDT domina a maior parte das atividades com stablecoins em outros mercados, incluindo Turquia, China e Japão.
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Stablecoins Podem Alcançar 20% dos Depósitos Bancários em Alguns Mercados Emergentes: S&P Global
Fonte: CryptoNewsNet Título Original: Stablecoins Could Reach 20% of Bank Deposits in Some Emerging Markets: S&P Global Link Original: A S&P Global Ratings afirma que as stablecoins, principalmente as stablecoins atreladas ao dólar, podem ganhar uma fatia maior de mercado nas economias emergentes, com o volume de stablecoins em 45 países potencialmente passando de cerca de 70 bilhões de dólares para 730 bilhões de dólares.
O relatório, divulgado esta semana, afirma que o papel das stablecoins no sistema financeiro está a “crescer em paralelo com a rápida expansão de sua emissão”.
Apesar disso, os analistas apontam que a adoção de stablecoins atingiu o limite estimado deles, “não sendo suficiente para impactar significativamente o papel de intermediação dos bancos ou a eficácia da política monetária”.
Esta agência de classificação com sede em Nova York baseia suas previsões em três forças principais: pressão sobre a moeda local, demanda por remessas internacionais e uso mais amplo de ativos digitais.
“Adotar será impulsionado pelos seguintes fatores, em ordem de importância: proteção de riqueza, remessas e comércio internacional, bem como o entusiasmo geral por ativos digitais”, aponta o relatório.
Mercados-chave na adoção de stablecoins
Como defendido pela S&P Global, países com alta inflação demonstram o maior potencial de adoção de stablecoins. Em seu cenário mais agressivo, a empresa prevê que as stablecoins possam atingir uma participação significativa no valor de depósitos bancários em mercados específicos, ou seja, países onde as stablecoins são usadas para proteção de riqueza — aqueles com poder de compra da moeda local em declínio.
“Assumimos que a adoção de stablecoins pode alcançar de 10% a 20% dos depósitos bancários nos 15 países onde a proteção de riqueza (poder de compra) é mais importante”, afirma o relatório.
Essas previsões são baseadas em dados de depósitos bancários até o final de 2024, com a Argentina e a Turquia liderando a lista, considerando a média de inflação dos últimos dois anos.
No início de janeiro deste ano, a Artemis, uma empresa de análise de blockchain, estimou que o consumo de cartões Visa atrelados a stablecoins atingiria uma taxa anualizada de 3,5 bilhões de dólares até o final de 2025, um aumento de aproximadamente 460% em relação ao ano anterior.
A distribuição geográfica do uso de stablecoins mostra que a Índia e a Argentina são “verdadeiros valores atípicos globais”, com USDC representando 47,4% e 46,6% do uso, respectivamente. Em comparação, os dados indicam que o USDT domina a maior parte das atividades com stablecoins em outros mercados, incluindo Turquia, China e Japão.