Fonte: CritpoTendencia
Título Original: Ethereum concentra mais de 65% dos ativos tokenizados, segundo dados da BlackRock
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A tokenização de ativos já não é um conceito teórico nem uma promessa de longo prazo. É um mercado em funcionamento, com capital real, atores institucionais e decisões concretas sobre infraestrutura. Nesse contexto, um dado recente divulgado a partir de informações da BlackRock fornece um sinal claro: mais de 65% dos ativos tokenizados a nível global estão emitidos sobre Ethereum.
O dado inclui não apenas ativos financeiros tradicionais tokenizados, mas também stablecoins respaldadas por dinheiro fiat, o que amplia significativamente o alcance da análise. Não se trata de um nicho experimental, mas de uma fotografia bastante representativa do estado atual do mercado de tokenização.
O que inclui a medição e por que é relevante
A medição citada pela BlackRock abrange ativos tokenizados em diferentes blockchains, considerando tanto instrumentos financeiros quanto stablecoins fiat-backed. Isso é fundamental, pois as stablecoins representam hoje uma das principais portas de entrada do capital institucional e corporativo no ecossistema blockchain.
Ao incluir esse segmento, o dado deixa de ser uma discussão puramente tecnológica e passa a refletir decisões operacionais reais: onde se emitem ativos, onde se liquidam transações e quais redes são consideradas suficientemente robustas para suportar fluxos financeiros significativos.
A liderança do Ethereum nesse contexto não se explica por uma moda ou pelo preço do ativo, mas por uma combinação de fatores que o mercado institucional valoriza de forma prioritária: segurança, histórico operacional, profundidade de liquidez, compatibilidade com padrões regulatórios e uma infraestrutura amplamente testada.
Ethereum como camada base da tokenização
Que mais de 65% dos ativos tokenizados se concentrem em Ethereum não implica que outras blockchains não tenham participação. Redes como Stellar, BNB Chain, Solana, Polygon, Arbitrum, Avalanche ou XRP Ledger aparecem na distribuição, mas com quotas sensivelmente menores.
A leitura não é competitiva em termos de marketing, mas estrutural. A tokenização, quando envolve ativos do mundo real e capital institucional, tende a priorizar estabilidade e previsibilidade acima da inovação agressiva. Nesse terreno, o Ethereum se consolidou como a camada base sobre a qual se constroem produtos financeiros tokenizados, mesmo quando seu uso final se apoia em soluções de escalabilidade ou camadas secundárias.
Uma sinalização mais do que uma conclusão
O dado divulgado pela BlackRock não deve ser interpretado como um fechamento definitivo do mapa da tokenização, mas como um sinal do presente. O mercado continua em evolução e a distribuição pode mudar com o tempo. No entanto, o que importa é que, nesta etapa, o capital institucional já está tomando decisões concretas.
Para além do ruído do mercado e das narrativas de curto prazo, a tokenização avança por caminhos mais silenciosos. E nesse processo, o Ethereum aparece hoje como a infraestrutura preferida para conectar finanças tradicionais e blockchain.
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A Ethereum concentra mais de 65% dos ativos tokenizados, segundo dados da BlackRock
Fonte: CritpoTendencia Título Original: Ethereum concentra mais de 65% dos ativos tokenizados, segundo dados da BlackRock Link Original: A tokenização de ativos já não é um conceito teórico nem uma promessa de longo prazo. É um mercado em funcionamento, com capital real, atores institucionais e decisões concretas sobre infraestrutura. Nesse contexto, um dado recente divulgado a partir de informações da BlackRock fornece um sinal claro: mais de 65% dos ativos tokenizados a nível global estão emitidos sobre Ethereum.
O dado inclui não apenas ativos financeiros tradicionais tokenizados, mas também stablecoins respaldadas por dinheiro fiat, o que amplia significativamente o alcance da análise. Não se trata de um nicho experimental, mas de uma fotografia bastante representativa do estado atual do mercado de tokenização.
O que inclui a medição e por que é relevante
A medição citada pela BlackRock abrange ativos tokenizados em diferentes blockchains, considerando tanto instrumentos financeiros quanto stablecoins fiat-backed. Isso é fundamental, pois as stablecoins representam hoje uma das principais portas de entrada do capital institucional e corporativo no ecossistema blockchain.
Ao incluir esse segmento, o dado deixa de ser uma discussão puramente tecnológica e passa a refletir decisões operacionais reais: onde se emitem ativos, onde se liquidam transações e quais redes são consideradas suficientemente robustas para suportar fluxos financeiros significativos.
A liderança do Ethereum nesse contexto não se explica por uma moda ou pelo preço do ativo, mas por uma combinação de fatores que o mercado institucional valoriza de forma prioritária: segurança, histórico operacional, profundidade de liquidez, compatibilidade com padrões regulatórios e uma infraestrutura amplamente testada.
Ethereum como camada base da tokenização
Que mais de 65% dos ativos tokenizados se concentrem em Ethereum não implica que outras blockchains não tenham participação. Redes como Stellar, BNB Chain, Solana, Polygon, Arbitrum, Avalanche ou XRP Ledger aparecem na distribuição, mas com quotas sensivelmente menores.
A leitura não é competitiva em termos de marketing, mas estrutural. A tokenização, quando envolve ativos do mundo real e capital institucional, tende a priorizar estabilidade e previsibilidade acima da inovação agressiva. Nesse terreno, o Ethereum se consolidou como a camada base sobre a qual se constroem produtos financeiros tokenizados, mesmo quando seu uso final se apoia em soluções de escalabilidade ou camadas secundárias.
Uma sinalização mais do que uma conclusão
O dado divulgado pela BlackRock não deve ser interpretado como um fechamento definitivo do mapa da tokenização, mas como um sinal do presente. O mercado continua em evolução e a distribuição pode mudar com o tempo. No entanto, o que importa é que, nesta etapa, o capital institucional já está tomando decisões concretas.
Para além do ruído do mercado e das narrativas de curto prazo, a tokenização avança por caminhos mais silenciosos. E nesse processo, o Ethereum aparece hoje como a infraestrutura preferida para conectar finanças tradicionais e blockchain.