Na grande onda do desenvolvimento da internet, Web 2.0 e Web 3.0 representam duas filosofias organizacionais completamente diferentes. A primeira centra-se em ação, socialização e nuvem, dando origem a gigantes tecnológicos como Google e Facebook; a segunda baseia-se em abertura, descentralização e permissão zero, trazendo inovações como blockchain, DeFi e DAO. Mas por trás desta evolução tecnológica aparentemente simples, esconde-se uma batalha profunda sobre poder, dados e liberdade. Qual dos dois sistemas realmente atende melhor às necessidades futuras da sociedade humana? A resposta é mais complexa do que imaginas.
Dados são poder: o impasse do monopólio do Web 2.0
Em julho de 2020, o Congresso dos EUA convocou quatro gigantes da tecnologia — CEO da Amazon Jeff Bezos, CEO da Apple Tim Cook, fundador do Meta Mark Zuckerberg e CEO do Google Sundar Pichai — para uma audiência rara de antitruste. O Comitê de Antitruste da Câmara trouxe milhões de documentos e centenas de horas de entrevistas para questionar profundamente esses líderes tecnológicos.
À primeira vista, o objetivo da audiência era proteger os consumidores e manter o mercado livre. Mas, na prática, ela refletia uma preocupação mais profunda do governo: quem realmente detém os recursos mais valiosos do país — os dados das pessoas?
Uma comparação revela a resposta. Quem conhece melhor o comportamento das pessoas: Google ou a CIA? Quem tem uma compreensão mais profunda da identidade das pessoas: Facebook ou o Departamento do Trabalho dos EUA? A resposta é clara: os gigantes tecnológicos, ao coletar e analisar dados de usuários, já detêm um poder equivalente ao do governo. É por isso que o governo quer desmembrar essas empresas do Web 2.0 — porque os dados que controlam equivalem ao controle das próprias pessoas.
O modelo de negócio do Web 2.0 possui uma contradição intrínseca. Essas empresas foram criadas para expandir, precisando crescer continuamente, atrair mais usuários e aumentar sua influência. Quanto mais usuários o Apple tem, mais forte ela fica; quanto mais pessoas entram no Facebook, mais ele pode cobrar por publicidade; quanto mais dados de busca o Google possui, mais insights de mercado consegue obter.
Isso leva a uma consequência inevitável: as empresas do Web 2.0 devem ou continuar a expandir ou entrar em declínio. Não há meio-termo.
O dilema do governo: a paradoxa antitruste
Sob a ótica do contrato social, os países ocidentais baseiam-se em um acordo invisível entre cidadãos e o Estado. Como explicaram filósofos do Iluminismo como John Locke, Thomas Hobbes e Jean-Jacques Rousseau, os cidadãos, para sobreviver dentro do Estado, precisam abdicar de certos direitos ao governo (o “Leviatã”).
Assim, quando vemos esses CEOs sendo convocados ao Congresso, nem sempre é para proteger seus interesses como consumidores, mas para manter a ordem de poder estabelecida — garantir que nenhuma entidade privada possa competir de igual para igual com o Estado na governança do país.
A lei antitruste parece proteger a concorrência de mercado, mas, na verdade, funciona como uma autodefesa do poder. O governo afirma: “Você não pode monopolizar, pois isso ameaça o mercado”, mas a lógica subjacente é: “Só nós, o governo, podemos monopolizar, para manter a ordem social.” Quando alguma entidade cresce o suficiente para ameaçar o controle do Estado, ele age para reprimir.
Web 2.0 e o governo entram em um delicado jogo de poder: as empresas precisam monopolizar para sobreviver, mas o monopólio atrai a repressão governamental. É um impasse sem solução.
Descentralizar é melhor que centralizar: a ofensiva proativa do Web 3.0
Em contraste, a lógica de funcionamento das organizações Web 3.0 é radicalmente diferente.
No início de 2020, o administrador do protocolo de nomes Ethereum (ENS) distribuiu 25% dos tokens de governança para mais de 137 mil carteiras diferentes. Outros 25% foram distribuídos a cerca de 500 contribuidores, enquanto os 50% restantes ficaram na reserva comunitária. Depois, a Uniswap também airdropou 60% de seus tokens para 140 mil endereços que interagiram com o aplicativo.
Para muitos, parece uma recompensa simples de capital para os usuários. Mas, na verdade, representa uma filosofia de distribuição de poder fundamentalmente diferente. No Web 3.0, o capital é poder, e eles optam por distribuir ativamente esse poder entre os participantes da rede, ao invés de concentrá-lo nos fundadores ou na empresa.
A lógica do Web 3.0 é exatamente o oposto: “distribuir ou morrer”. Esse modelo muda completamente a forma de construir essas organizações. A Uniswap, em apenas três anos, distribuiu 60% do seu poder de governança; o ENS também dispersou 75% do controle. Por quê? Porque as organizações Web 3.0 entendem uma verdade fundamental: é melhor descentralizar cedo do que esperar a ira regulatória do governo.
Essa estratégia não é apenas uma forma de mitigar riscos, mas uma maneira proativa de abraçar o futuro. Quando o poder centralizado é a condição para o sucesso do Web 2.0, a descentralização é um elemento indispensável para o sucesso do Web 3.0.
O confronto final entre duas lógicas organizacionais
Web 2.0 e Web 3.0 buscam melhorar seus produtos ampliando suas redes. Quanto maior a rede, mais valioso o produto. Mas a diferença fundamental é: Web 2.0 é uma empresa que possui a rede, Web 3.0 é uma rede que possui tokens.
Essa diferença aparentemente sutil determina toda a estrutura de poder. No Web 2.0, a união entre empresa e rede é centrada na empresa, com uma lógica exploratória. Os usuários geram conteúdo, a plataforma lucra; os usuários fornecem dados, a plataforma detém o valor. Essa assimetria já causa problemas de saúde mental — mecanismos de dependência criados para maximizar lucros estão prejudicando bilhões de usuários.
Já a combinação de tokens e rede do Web 3.0 é centrada no usuário e geradora de valor. Usuários, desenvolvedores e contribuidores compartilham uma parte da rede e os frutos da criação de valor.
Do ponto de vista institucional, uma empresa do Web 2.0, uma vez sob o olhar do Estado, enfrenta um único centro de poder: o CEO pode ser convocado, a empresa pode ser desmembrada, o serviço pode ser encerrado. Mas uma DAO do Web 3.0? Não há CEO a ser convocado, nem sede a ser invadida, pois cada participante é parte da organização. A descentralização é resiliente, enquanto a centralização é frágil.
O governo talvez possa reprimir Google, Apple ou Facebook, mas não consegue parar um protocolo open source que já opera na blockchain. ENS, Uniswap, Synthetix — esses produtos não são ativos de uma única empresa, mas infraestrutura compartilhada de toda a comunidade da rede. Atacar um centro é fácil, mas destruir um sistema descentralizado é quase impossível.
A postura real do governo: proteger a ordem existente
Curiosamente, a postura dos líderes governamentais em relação ao Web 3.0 é diametralmente oposta à sua lógica. À primeira vista, o Web 3.0 parece fazer o que o governo há muito pede às empresas do Web 2.0: desmantelar o centralismo, transferir o poder para as margens, permitir que a competição de mercado aconteça naturalmente.
Teoricamente, o governo deveria ficar feliz com isso. Finalmente, uma nova tecnologia que pode competir efetivamente com os gigantes do Web 2.0! Finalmente, uma solução de mercado para o problema do poder concentrado!
Mas, na prática, vemos uma reação contrária. Os líderes governamentais geralmente veem as criptomoedas e tecnologias descentralizadas com hostilidade, tentando demonizar o setor, rotulando-o de “ilegal”, “fraudulento” e “não controlado”. Por quê?
A resposta é simples: a antitruste nunca foi para proteger os consumidores, mas para proteger a estrutura de poder existente. A lei antitruste é basicamente: “Nenhuma entidade privada pode crescer a ponto de ameaçar nosso poder. Se você voar perto demais do sol, vamos derrubá-lo.”
O Web 3.0 representa uma ameaça ao poder do Estado tão grande quanto o Web 2.0, mas a única diferença é: a descentralização do Web 3.0 impede que o governo aja como faz com as empresas do Web 2.0. Pode convocar CEOs, mas não pode convocar um protocolo; pode congelar contas bancárias, mas não pode congelar uma blockchain; pode processar uma empresa, mas não uma comunidade open source.
O grande vencedor: a demanda decide o futuro
Na longa história das criptomoedas, acabaremos por olhar para as intervenções governamentais como um zumbido irritante — inofensivo, mas cansativo. Assim como um rio eventualmente desgasta as pedras do leito, a força dinâmica do Web 3.0 irá contornar todos os obstáculos e, no final, eliminar qualquer barreira à sua frente.
Por que o Web 3.0 está destinado a vencer? Porque ele satisfaz as necessidades mais profundas da humanidade.
Essas necessidades já eram evidentes em 2020:
Desconfiança nas instituições tradicionais atingiu recordes históricos
A desigualdade de riqueza está no seu ponto mais alto
Toda a sociedade reconhece o impacto profundo das empresas do Web 2.0 na vida
O crescimento do populismo e do anti-establishment
O surgimento de organizações baseadas em comunidade, amizade e “rejeição à autoridade”
E as organizações do Web 3.0 respondem perfeitamente a essas demandas:
Mais de 50% do controle distribuído para usuários e comunidades
Descentralização implementada cedo, não como uma imposição
Poder dos fundadores minimizado, evitando nova concentração
Impacto do capital de risco reduzido ao mínimo
Prioridade à comunidade, com os usuários tendo verdadeiro poder de decisão
A comparação entre Web 2.0 e Web 3.0 não é, no final, uma questão de tecnologia, mas uma escolha sobre o futuro da sociedade. Independentemente do entendimento, a maioria das pessoas no mundo deseja inconscientemente o que o Web 3.0 promete: descentralização do poder, compartilhamento de valor e democratização do sistema.
A popularidade do Web 3.0 não virá porque é mais legal, mais atualizado ou mais avançado, mas porque oferece às pessoas aquilo que elas mais desejam: autonomia, dignidade e propriedade verdadeira.
Declaração: o artigo é uma reescrita e integração de ideias, uma análise consolidada, não representando uma posição única. O conteúdo é apenas para referência, não constitui aconselhamento de investimento.
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Comparação de poder entre Web 2.0 e Web 3.0: a escolha final na evolução da internet
Na grande onda do desenvolvimento da internet, Web 2.0 e Web 3.0 representam duas filosofias organizacionais completamente diferentes. A primeira centra-se em ação, socialização e nuvem, dando origem a gigantes tecnológicos como Google e Facebook; a segunda baseia-se em abertura, descentralização e permissão zero, trazendo inovações como blockchain, DeFi e DAO. Mas por trás desta evolução tecnológica aparentemente simples, esconde-se uma batalha profunda sobre poder, dados e liberdade. Qual dos dois sistemas realmente atende melhor às necessidades futuras da sociedade humana? A resposta é mais complexa do que imaginas.
Dados são poder: o impasse do monopólio do Web 2.0
Em julho de 2020, o Congresso dos EUA convocou quatro gigantes da tecnologia — CEO da Amazon Jeff Bezos, CEO da Apple Tim Cook, fundador do Meta Mark Zuckerberg e CEO do Google Sundar Pichai — para uma audiência rara de antitruste. O Comitê de Antitruste da Câmara trouxe milhões de documentos e centenas de horas de entrevistas para questionar profundamente esses líderes tecnológicos.
À primeira vista, o objetivo da audiência era proteger os consumidores e manter o mercado livre. Mas, na prática, ela refletia uma preocupação mais profunda do governo: quem realmente detém os recursos mais valiosos do país — os dados das pessoas?
Uma comparação revela a resposta. Quem conhece melhor o comportamento das pessoas: Google ou a CIA? Quem tem uma compreensão mais profunda da identidade das pessoas: Facebook ou o Departamento do Trabalho dos EUA? A resposta é clara: os gigantes tecnológicos, ao coletar e analisar dados de usuários, já detêm um poder equivalente ao do governo. É por isso que o governo quer desmembrar essas empresas do Web 2.0 — porque os dados que controlam equivalem ao controle das próprias pessoas.
O modelo de negócio do Web 2.0 possui uma contradição intrínseca. Essas empresas foram criadas para expandir, precisando crescer continuamente, atrair mais usuários e aumentar sua influência. Quanto mais usuários o Apple tem, mais forte ela fica; quanto mais pessoas entram no Facebook, mais ele pode cobrar por publicidade; quanto mais dados de busca o Google possui, mais insights de mercado consegue obter.
Isso leva a uma consequência inevitável: as empresas do Web 2.0 devem ou continuar a expandir ou entrar em declínio. Não há meio-termo.
O dilema do governo: a paradoxa antitruste
Sob a ótica do contrato social, os países ocidentais baseiam-se em um acordo invisível entre cidadãos e o Estado. Como explicaram filósofos do Iluminismo como John Locke, Thomas Hobbes e Jean-Jacques Rousseau, os cidadãos, para sobreviver dentro do Estado, precisam abdicar de certos direitos ao governo (o “Leviatã”).
Assim, quando vemos esses CEOs sendo convocados ao Congresso, nem sempre é para proteger seus interesses como consumidores, mas para manter a ordem de poder estabelecida — garantir que nenhuma entidade privada possa competir de igual para igual com o Estado na governança do país.
A lei antitruste parece proteger a concorrência de mercado, mas, na verdade, funciona como uma autodefesa do poder. O governo afirma: “Você não pode monopolizar, pois isso ameaça o mercado”, mas a lógica subjacente é: “Só nós, o governo, podemos monopolizar, para manter a ordem social.” Quando alguma entidade cresce o suficiente para ameaçar o controle do Estado, ele age para reprimir.
Web 2.0 e o governo entram em um delicado jogo de poder: as empresas precisam monopolizar para sobreviver, mas o monopólio atrai a repressão governamental. É um impasse sem solução.
Descentralizar é melhor que centralizar: a ofensiva proativa do Web 3.0
Em contraste, a lógica de funcionamento das organizações Web 3.0 é radicalmente diferente.
No início de 2020, o administrador do protocolo de nomes Ethereum (ENS) distribuiu 25% dos tokens de governança para mais de 137 mil carteiras diferentes. Outros 25% foram distribuídos a cerca de 500 contribuidores, enquanto os 50% restantes ficaram na reserva comunitária. Depois, a Uniswap também airdropou 60% de seus tokens para 140 mil endereços que interagiram com o aplicativo.
Para muitos, parece uma recompensa simples de capital para os usuários. Mas, na verdade, representa uma filosofia de distribuição de poder fundamentalmente diferente. No Web 3.0, o capital é poder, e eles optam por distribuir ativamente esse poder entre os participantes da rede, ao invés de concentrá-lo nos fundadores ou na empresa.
A lógica do Web 3.0 é exatamente o oposto: “distribuir ou morrer”. Esse modelo muda completamente a forma de construir essas organizações. A Uniswap, em apenas três anos, distribuiu 60% do seu poder de governança; o ENS também dispersou 75% do controle. Por quê? Porque as organizações Web 3.0 entendem uma verdade fundamental: é melhor descentralizar cedo do que esperar a ira regulatória do governo.
Essa estratégia não é apenas uma forma de mitigar riscos, mas uma maneira proativa de abraçar o futuro. Quando o poder centralizado é a condição para o sucesso do Web 2.0, a descentralização é um elemento indispensável para o sucesso do Web 3.0.
O confronto final entre duas lógicas organizacionais
Web 2.0 e Web 3.0 buscam melhorar seus produtos ampliando suas redes. Quanto maior a rede, mais valioso o produto. Mas a diferença fundamental é: Web 2.0 é uma empresa que possui a rede, Web 3.0 é uma rede que possui tokens.
Essa diferença aparentemente sutil determina toda a estrutura de poder. No Web 2.0, a união entre empresa e rede é centrada na empresa, com uma lógica exploratória. Os usuários geram conteúdo, a plataforma lucra; os usuários fornecem dados, a plataforma detém o valor. Essa assimetria já causa problemas de saúde mental — mecanismos de dependência criados para maximizar lucros estão prejudicando bilhões de usuários.
Já a combinação de tokens e rede do Web 3.0 é centrada no usuário e geradora de valor. Usuários, desenvolvedores e contribuidores compartilham uma parte da rede e os frutos da criação de valor.
Do ponto de vista institucional, uma empresa do Web 2.0, uma vez sob o olhar do Estado, enfrenta um único centro de poder: o CEO pode ser convocado, a empresa pode ser desmembrada, o serviço pode ser encerrado. Mas uma DAO do Web 3.0? Não há CEO a ser convocado, nem sede a ser invadida, pois cada participante é parte da organização. A descentralização é resiliente, enquanto a centralização é frágil.
O governo talvez possa reprimir Google, Apple ou Facebook, mas não consegue parar um protocolo open source que já opera na blockchain. ENS, Uniswap, Synthetix — esses produtos não são ativos de uma única empresa, mas infraestrutura compartilhada de toda a comunidade da rede. Atacar um centro é fácil, mas destruir um sistema descentralizado é quase impossível.
A postura real do governo: proteger a ordem existente
Curiosamente, a postura dos líderes governamentais em relação ao Web 3.0 é diametralmente oposta à sua lógica. À primeira vista, o Web 3.0 parece fazer o que o governo há muito pede às empresas do Web 2.0: desmantelar o centralismo, transferir o poder para as margens, permitir que a competição de mercado aconteça naturalmente.
Teoricamente, o governo deveria ficar feliz com isso. Finalmente, uma nova tecnologia que pode competir efetivamente com os gigantes do Web 2.0! Finalmente, uma solução de mercado para o problema do poder concentrado!
Mas, na prática, vemos uma reação contrária. Os líderes governamentais geralmente veem as criptomoedas e tecnologias descentralizadas com hostilidade, tentando demonizar o setor, rotulando-o de “ilegal”, “fraudulento” e “não controlado”. Por quê?
A resposta é simples: a antitruste nunca foi para proteger os consumidores, mas para proteger a estrutura de poder existente. A lei antitruste é basicamente: “Nenhuma entidade privada pode crescer a ponto de ameaçar nosso poder. Se você voar perto demais do sol, vamos derrubá-lo.”
O Web 3.0 representa uma ameaça ao poder do Estado tão grande quanto o Web 2.0, mas a única diferença é: a descentralização do Web 3.0 impede que o governo aja como faz com as empresas do Web 2.0. Pode convocar CEOs, mas não pode convocar um protocolo; pode congelar contas bancárias, mas não pode congelar uma blockchain; pode processar uma empresa, mas não uma comunidade open source.
O grande vencedor: a demanda decide o futuro
Na longa história das criptomoedas, acabaremos por olhar para as intervenções governamentais como um zumbido irritante — inofensivo, mas cansativo. Assim como um rio eventualmente desgasta as pedras do leito, a força dinâmica do Web 3.0 irá contornar todos os obstáculos e, no final, eliminar qualquer barreira à sua frente.
Por que o Web 3.0 está destinado a vencer? Porque ele satisfaz as necessidades mais profundas da humanidade.
Essas necessidades já eram evidentes em 2020:
E as organizações do Web 3.0 respondem perfeitamente a essas demandas:
A comparação entre Web 2.0 e Web 3.0 não é, no final, uma questão de tecnologia, mas uma escolha sobre o futuro da sociedade. Independentemente do entendimento, a maioria das pessoas no mundo deseja inconscientemente o que o Web 3.0 promete: descentralização do poder, compartilhamento de valor e democratização do sistema.
A popularidade do Web 3.0 não virá porque é mais legal, mais atualizado ou mais avançado, mas porque oferece às pessoas aquilo que elas mais desejam: autonomia, dignidade e propriedade verdadeira.
Declaração: o artigo é uma reescrita e integração de ideias, uma análise consolidada, não representando uma posição única. O conteúdo é apenas para referência, não constitui aconselhamento de investimento.