As ações nos EUA encerraram a quarta-feira em alta generalizada, com os três principais índices a subir impulsionados pelo post de Trump. Mas o mais interessante é que, ao mesmo tempo, o ouro atingiu uma nova máxima histórica, enquanto o Bitcoin caiu significativamente. Essa divergência reflete a atitude complexa do mercado em relação ao ambiente político atual.
Mercado de ações dos EUA em alta, liderado pelas ações de chips
De acordo com as últimas notícias, o desempenho do mercado de ações dos EUA na quarta-feira foi forte:
Dow Jones subiu 1,2%
S&P 500 subiu 1,1%
Nasdaq subiu 1,1%
No que diz respeito às ações individuais, as ações de tecnologia se destacaram. AMD teve a maior alta, de 7,7%, Micron Technology subiu 6,6%, e Nvidia quase 3%. Essa alta coletiva dessas gigantes tecnológicas reflete uma forte demanda do mercado por esse setor.
As ações chinesas também se beneficiaram dessa onda de alta. O índice Nasdaq Golden Dragon China subiu 2,2%, com Baidu subindo mais de 8% e Alibaba quase 4%. Isso indica que a disposição ao risco global se recuperou no curto prazo.
Efeito do post de Trump no mercado
Embora o comunicado não tenha divulgado detalhes específicos do post de Trump, seu efeito de impulso no sentimento do mercado é evidente. Em um ambiente de alta incerteza política, qualquer declaração de Trump pode rapidamente provocar reações no mercado. A intensidade dessa reação reflete a alta sensibilidade dos participantes às direções políticas.
Divergência sutil no desempenho dos ativos
Na quarta-feira, o mercado também apresentou uma espécie de “fogo e gelo”:
O preço do ouro disparou para uma máxima histórica de 4690 dólares por onça, enquanto o Bitcoin caiu para 92.574 dólares, tendo também provocado liquidações de mercado superiores a 864 milhões de dólares.
Essa divergência não é mera coincidência. Segundo análises de mercado, a alta do ouro foi impulsionada principalmente por preocupações com geopolítica e incertezas comerciais. Trump ameaçou, a partir de 1º de fevereiro, aplicar tarifas de 10% a países europeus como Reino Unido, França, Alemanha e outros 8 países, elevando para 25% em junho. Essa ameaça elevou a demanda por ativos de refúgio.
Por outro lado, a queda do Bitcoin reflete um fato importante: no ambiente de mercado atual, o Bitcoin ainda é visto como um ativo de risco, não como um ativo de refúgio. Quando há aumento nos riscos geopolíticos e comerciais, o mercado tende a vender ativos de alto risco para comprar ouro e outros tradicionais ativos de proteção.
Lógica macro por trás da divergência
Por trás dessa divergência está uma compreensão diferente sobre a direção da política dos EUA. Segundo análises de mercado, a ameaça de tarifas de Trump realmente elevou a tensão nas negociações comerciais entre EUA e Europa. A União Europeia já está preparando tarifas de retalição de 108 bilhões de dólares em produtos americanos.
A alta do mercado de ações pode refletir uma expectativa de que as empresas americanas se beneficiarão na guerra comercial (especialmente fabricantes de chips), ou uma visão otimista sobre a direção geral das políticas de Trump. Mas, ao mesmo tempo, a divergência entre ouro e Bitcoin indica que o mercado ainda está atento às incertezas econômicas que essas políticas podem gerar.
De acordo com análises relacionadas, as variáveis-chave desta semana incluem dados de inflação nos EUA (PCE núcleo), dados de emprego e expectativas de crescimento econômico. Esses dados irão determinar se o mercado continuará otimista com a economia americana ou adotará uma postura defensiva.
Resumo
A alta do mercado de ações dos EUA e a liderança das ações de chips realmente refletem uma expectativa positiva do mercado em relação a certas direções políticas. Mas a máxima histórica do ouro e a queda do Bitcoin indicam que a avaliação de risco do mercado não é unificada. Essa não é uma simples vitória do post de Trump, mas uma resposta complexa do mercado ao hedge contra a incerteza política. O próximo passo é observar se essa divergência continuará e qual será o progresso real nas negociações comerciais entre EUA e Europa.
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Ações de chips nos EUA disparam, ouro atinge máxima histórica, postagem de Trump provoca divisão de ativos
As ações nos EUA encerraram a quarta-feira em alta generalizada, com os três principais índices a subir impulsionados pelo post de Trump. Mas o mais interessante é que, ao mesmo tempo, o ouro atingiu uma nova máxima histórica, enquanto o Bitcoin caiu significativamente. Essa divergência reflete a atitude complexa do mercado em relação ao ambiente político atual.
Mercado de ações dos EUA em alta, liderado pelas ações de chips
De acordo com as últimas notícias, o desempenho do mercado de ações dos EUA na quarta-feira foi forte:
No que diz respeito às ações individuais, as ações de tecnologia se destacaram. AMD teve a maior alta, de 7,7%, Micron Technology subiu 6,6%, e Nvidia quase 3%. Essa alta coletiva dessas gigantes tecnológicas reflete uma forte demanda do mercado por esse setor.
As ações chinesas também se beneficiaram dessa onda de alta. O índice Nasdaq Golden Dragon China subiu 2,2%, com Baidu subindo mais de 8% e Alibaba quase 4%. Isso indica que a disposição ao risco global se recuperou no curto prazo.
Efeito do post de Trump no mercado
Embora o comunicado não tenha divulgado detalhes específicos do post de Trump, seu efeito de impulso no sentimento do mercado é evidente. Em um ambiente de alta incerteza política, qualquer declaração de Trump pode rapidamente provocar reações no mercado. A intensidade dessa reação reflete a alta sensibilidade dos participantes às direções políticas.
Divergência sutil no desempenho dos ativos
Na quarta-feira, o mercado também apresentou uma espécie de “fogo e gelo”:
O preço do ouro disparou para uma máxima histórica de 4690 dólares por onça, enquanto o Bitcoin caiu para 92.574 dólares, tendo também provocado liquidações de mercado superiores a 864 milhões de dólares.
Essa divergência não é mera coincidência. Segundo análises de mercado, a alta do ouro foi impulsionada principalmente por preocupações com geopolítica e incertezas comerciais. Trump ameaçou, a partir de 1º de fevereiro, aplicar tarifas de 10% a países europeus como Reino Unido, França, Alemanha e outros 8 países, elevando para 25% em junho. Essa ameaça elevou a demanda por ativos de refúgio.
Por outro lado, a queda do Bitcoin reflete um fato importante: no ambiente de mercado atual, o Bitcoin ainda é visto como um ativo de risco, não como um ativo de refúgio. Quando há aumento nos riscos geopolíticos e comerciais, o mercado tende a vender ativos de alto risco para comprar ouro e outros tradicionais ativos de proteção.
Lógica macro por trás da divergência
Por trás dessa divergência está uma compreensão diferente sobre a direção da política dos EUA. Segundo análises de mercado, a ameaça de tarifas de Trump realmente elevou a tensão nas negociações comerciais entre EUA e Europa. A União Europeia já está preparando tarifas de retalição de 108 bilhões de dólares em produtos americanos.
A alta do mercado de ações pode refletir uma expectativa de que as empresas americanas se beneficiarão na guerra comercial (especialmente fabricantes de chips), ou uma visão otimista sobre a direção geral das políticas de Trump. Mas, ao mesmo tempo, a divergência entre ouro e Bitcoin indica que o mercado ainda está atento às incertezas econômicas que essas políticas podem gerar.
De acordo com análises relacionadas, as variáveis-chave desta semana incluem dados de inflação nos EUA (PCE núcleo), dados de emprego e expectativas de crescimento econômico. Esses dados irão determinar se o mercado continuará otimista com a economia americana ou adotará uma postura defensiva.
Resumo
A alta do mercado de ações dos EUA e a liderança das ações de chips realmente refletem uma expectativa positiva do mercado em relação a certas direções políticas. Mas a máxima histórica do ouro e a queda do Bitcoin indicam que a avaliação de risco do mercado não é unificada. Essa não é uma simples vitória do post de Trump, mas uma resposta complexa do mercado ao hedge contra a incerteza política. O próximo passo é observar se essa divergência continuará e qual será o progresso real nas negociações comerciais entre EUA e Europa.