Já pensou em possuir um imóvel virtual ou assistir a um show da sua cama? É, o metaverso é realmente tão louco assim — e é muito mais acessível do que a maioria das pessoas pensa.



Então, aqui vai: existem várias plataformas de metaverso por aí agora, e honestamente, pode ficar confuso rápido. Algumas são feitas para gamers, outras para criadores, e algumas são apenas encontros sociais. Tenho pesquisado quais realmente fazem sentido para quem está começando, e definitivamente há alguns destaques.

Deixe-me explicar o que realmente importa na hora de escolher uma plataforma. Primeiro, ela não precisa ser um saco de usar. Ninguém quer passar horas descobrindo a navegação básica. Segundo, você não deve precisar gastar uma grana com equipamentos caros de VR só para experimentar — acesso pelo navegador é fundamental. Terceiro, ter uma comunidade de verdade ao redor melhora toda a experiência. E, obviamente, se há maneiras de ganhar ou construir algo, isso é um bônus.

Decentraland é provavelmente a mais reconhecida. Está no ar há um tempo, construída na blockchain, e você pode comprar terrenos, criar experiências, negociar NFTs — tudo sem headset. Grandes marcas como Samsung e Coca-Cola já investiram lá, o que diz bastante sobre sua durabilidade. A comunidade também é bem ativa.

Depois vem The Sandbox, se você gosta de construir e jogar. Pense no Minecraft, mas com propriedade real e potencial de ganho. Você pode criar jogos, desenhar ativos, vendê-los. Snoop Dogg literalmente possui uma mansão virtual lá e organiza eventos. As ferramentas são bem intuitivas, mesmo se você nunca construiu nada antes.

Roblox é interessante porque não é exatamente baseado em blockchain como alguns outros, mas a escala é insana — mais de 200 milhões de usuários ativos. É mais sobre jogos e socialização, o que torna perfeito para iniciantes que só querem explorar sem complicar. Nike criou experiências lá, mostrando o quanto as empresas estão levando a sério.

O Horizon Worlds do Meta é a aposta deles nesse espaço. Focado em VR, social em primeiro lugar, com ferramentas de construção de mundos que não exigem muito conhecimento técnico. Já fizeram shows lá com artistas como Post Malone. É grátis para explorar se você tiver um headset.

Se você é menos de jogar e mais de negócios ou arte, o Spatial vale a pena conferir. Sem precisar de headset, funciona no navegador ou no celular, e muitos artistas de NFT usam para exibir e vender trabalhos em galerias virtuais. Tem uma mistura interessante de networking de negócios e expressão criativa.

A verdadeira oportunidade aqui é o timing. Ainda estamos no começo, então dá para construir algo relevante se você se envolver. Comece escolhendo uma plataforma que combine com o que você realmente quer fazer — seja jogar, criar, socializar ou fazer negócios. A maioria é grátis para entrar e explorar.

Se quiser ganhar dinheiro, os caminhos são bem claros: comprar e vender terrenos virtuais, criar e vender NFTs, fazer trabalhos freelancers para empresas que constroem experiências no metaverso, ou organizar eventos. Algumas pessoas já ganharam dinheiro sério com isso, mas, como tudo, comece pequeno e aprenda ao longo do caminho.

O principal cuidado: golpes são reais. A privacidade pode ser meio suspeita em algumas plataformas. Nem todo mundo tem acesso à internet de alta qualidade ou equipamento de VR. Então, pesquise bem, fique com plataformas consolidadas, e não invista dinheiro em algo que pareça estranho.

O metaverso ainda está evoluindo, mas a infraestrutura está ficando sólida agora. Se você está curioso, é realmente uma boa hora para entrar e ver o que funciona.
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