郭明錤, analista da Hong Kong Tianfeng International Securities, só apontou em 27 de abril que a controladora da ChatGPT, a OpenAI, está em parceria com a MediaTek e a Qualcomm para desenvolver processadores de chips para smartphones de IA inteligentes, e que a Luxshare Precision (立訊精密) atuaria como parceira exclusiva de design de sistemas e fabricação, com previsão de início de produção em massa no máximo em 2028. Na época, o mercado voltou a imaginar: o plano de hardware da OpenAI talvez não fosse apenas criar um dispositivo final que venha com o ChatGPT, mas redefinir os smartphones com um conceito de “telefone celular com AI Agent”.
Já em 5 de maio,郭明錤 acrescentou novos detalhes com base na mais recente pesquisa da indústria, descrevendo de forma mais otimista o andamento do desenvolvimento do primeiro telefone com AI Agent da OpenAI. Ele afirmou que a OpenAI pode estar acelerando o desenvolvimento do primeiro telefone com AI Agent, com meta de produção em massa mais cedo já no 1º semestre de 2027. Isso significa que, em comparação com o cronograma “no máximo em 2028”, citado em 27 de abril, o novo timing pode ter sido antecipado em cerca de meio ano a um ano.
(郭明錤: A OpenAI vai fazer um telefone com AI Agent; MediaTek, Qualcomm e Luxshare Precision são a cadeia-chave de fornecimento)
郭明錤 acredita que a aceleração do desenvolvimento do celular pela OpenAI pode incluir, entre outros fatores, a narrativa de um IPO ainda antes do fim do ano e o fato de que a concorrência por telefones com AI Agent está se intensificando. Em outras palavras, se a OpenAI conseguir demonstrar com clareza o posicionamento no lado do hardware antes do IPO, ela não só pode fortalecer a história de crescimento de “AI como sistema operacional” e “porta de entrada de agente pessoal de IA”, como também permitir que o mercado de capitais veja que ela não é apenas uma empresa de modelos em nuvem, mas que tem chance de entrar na próxima plataforma de computação voltada ao consumidor.
Da co-desenvolvimento entre Qualcomm e MediaTek, para possível obtenção exclusiva de pedidos de processador pela MediaTek
Na versão de 27 de abril,郭明錤 mencionou que a OpenAI está colaborando com MediaTek e Qualcomm no desenvolvimento de um processador para smartphone, e o papel da cadeia de suprimentos ainda aparecia como um cenário de concorrência múltipla ou desenvolvimento conjunto.
Mas a atualização de 5 de maio trouxe uma mudança ainda mais clara:郭明錤 afirmou que, no momento, a MediaTek tem mais chances de obter de forma exclusiva os pedidos do processador para o telefone com AI Agent da OpenAI. O aparelho deve usar uma versão customizada baseada no Dimensity 9600 e será produzido pela TSMC no processo N2P no 2º semestre de 2026.
Essa mudança é bastante crucial. Se a MediaTek acabar ficando com os pedidos do processador sozinha, isso significa que ela não seria apenas uma participante na cadeia de fornecimento do celular da OpenAI, mas poderia se tornar a fornecedora de plataforma de chips central para o primeiro telefone com AI Agent. Para a MediaTek, que há muito tenta alcançar a Qualcomm no mercado de chips de smartphones de ponta, se o telefone da OpenAI virar um padrão de referência de novos dispositivos de IA, isso pode representar uma reavaliação importante de marca e posição técnica.
Especialmente porque o foco do telefone da OpenAI não será apenas CPU, GPU ou especificações de comunicação tradicionais, e sim como sustentar que o AI Agent entenda contextos por longos períodos, processe tarefas, gerencie memória e faça orquestração de modelos em nuvem. Isso também aumenta bastante a importância de processadores customizados.
Pontos-chave de especificação: ISP, dupla NPU, LPDDR6, UFS 5.0 e arquitetura de segurança
Na atualização de 5 de maio,郭明錤 também acrescentou direções de especificação mais concretas. Ele afirmou que o chip customizado do telefone com AI Agent da OpenAI vai reforçar a saída com alto intervalo dinâmico (HDR) do ISP, o que ajudará na percepção visual do mundo real, tornando-se um foco de especificações.
Esse ponto também se conecta à lógica central do telefone com AI Agent. Se o telefone precisa virar a porta de entrada do agente de IA, ele não pode depender apenas de entrada de texto; precisa compreender o ambiente em que o usuário está, imagens, cenários e o status em tempo real. Assim, a câmera e os sensores deixam de ser apenas ferramentas para fotografar e passam a ser uma fonte essencial de dados para o AI Agent entender o mundo real. Por isso, a saída com alto intervalo dinâmico do ISP pode ser para permitir que o celular entregue capacidade de percepção visual estável mesmo em fontes de luz complexas, alternando entre ambientes internos e externos e em cenários de movimento.
Outras especificações-chave incluem a arquitetura com dupla NPU, LPDDR6 com UFS 5.0 e um design de segurança com pKVM e inline hashing.
Embarques somados de cerca de 30 milhões de unidades em 2027 e 2028
郭明錤 também apresentou estimativas de embarques mais precisas. Se o desenvolvimento ocorrer conforme o planejado, o telefone com AI Agent da OpenAI deve embarcar cerca de 30 milhões de unidades somadas em 2027 e 2028.
Esse número ainda está bem distante do volume anual de vendas do iPhone, mas, para um novo tipo de marca e uma nova forma de smartphone de IA, já é uma meta bastante agressiva. Se a OpenAI conseguir produzir em massa no 1º semestre de 2027, isso sugere que ela não entraria com hardware experimental ou dispositivos de nicho para desenvolvedores, mas tentaria entrar no mercado real de smartphones voltados ao consumidor.
Isso também torna as avaliações da cadeia de suprimentos de 27 de abril mais relevantes do ponto de vista de investimento. Na época,郭明錤 apontou que, se a OpenAI mirasse o mercado global de smartphones premium, esse mercado teria um volume anual de cerca de 300 a 400 milhões de unidades. Agora, se o primeiro produto já atingir um patamar de 30 milhões de unidades em 2027 e 2028, significa que a OpenAI pelo menos espera transformar o telefone com AI Agent em uma categoria de produto escalável, e não apenas em uma demonstração de conceito de hardware de IA.
Esta matéria é uma atualização da cadeia de suprimentos do telefone da OpenAI: MediaTek em exclusividade nos processadores? Produção em massa antecipada para o 1º semestre de 2027, aparecendo primeiro em Cadeia News ABMedia.
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