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Recentemente, tenho pensado numa questão: após o fim do QT, o QE ainda estará longe?
O Federal Reserve anunciou oficialmente que, a partir de dezembro, irá parar com a redução do seu balanço patrimonial, ao mesmo tempo em que, em outubro, já cortou 25 pontos base na taxa de juros, encerrando um ciclo de aperto que durou dois anos. Parece uma notícia positiva, mas, curiosamente, o BTC e o ETH começaram a cair. Essa contradição merece uma reflexão.
Por que a redução de juros não levou a uma grande alta? Algumas razões parecem razoáveis: primeiro, o mercado já antecipava o corte, e a notícia acabou sendo a realização dessa expectativa; segundo, os lucros das empresas e os dados de emprego ainda não são suficientemente fortes, e o mercado continua preocupado com as perspectivas econômicas; terceiro, há receio de que o corte de juros possa estimular uma reativação da inflação, levando o Fed a voltar a apertar a política, e essa incerteza impede ações impulsivas; quarto, o sentimento de aversão global ao risco aumentou, com fundos migrando para títulos do governo e dólares em espécie, enquanto ativos de risco estão sendo vendidos. Portanto, cortar juros não equivale a uma alta rápida de curto prazo, mas mais a um ponto de partida para uma corrida de resistência.
Porém, há uma mudança crucial aqui: parar o QT significa que o Fed não está mais retirando liquidez do mercado. Isso não é QE, mas já indica que a reserva de sistema está próxima do limite inferior. Documentos oficiais mostram que, a partir de dezembro, o Fed deixará de reduzir até 50 bilhões de dólares em títulos do Tesouro e 35 bilhões de dólares em MBS por mês, passando a reinvestir os rendimentos de MBS que vencem em títulos do Tesouro. É um sinal de uma "transição suave".
Então, o verdadeiro QE ainda estará longe? Segundo dados, o ativo total do Fed é de cerca de 6,7 trilhões de dólares, e o saldo de reservas bancárias é de aproximadamente 3 trilhões de dólares. Se entrar em ciclo de QE, supondo uma compra líquida mensal de cerca de 100 bilhões de dólares, em um ano poderia adicionar aproximadamente 1,2 trilhão de dólares em liquidez. Essa escala não é pequena.
Revisando o último ciclo de QE, sabemos que, de 2020 a 2021, o balanço do Fed expandiu de 4,1 trilhões para 9 trilhões de dólares, um aumento de quase 5 trilhões. Nesse período, o valor de mercado do Bitcoin disparou de 100 bilhões para mais de 1,2 trilhão de dólares, e o Ethereum cresceu de 10 bilhões para mais de 500 bilhões. Segundo análises, durante o QE, cada dólar de liquidez liberado gerava cerca de 2 a 3 centavos de valorização no mercado de criptomoedas.
Se, no futuro, o QE atingir 3 trilhões de dólares, e apenas 1% a 5% desse capital for direcionado para ativos cripto, isso representaria uma entrada potencial de 30 a 150 bilhões de dólares. Com a atual capitalização de mercado do BTC e sua oferta rígida, esse aumento seria suficiente para impulsionar o preço do BTC para uma faixa de 150k a 200k. Claro que isso é uma projeção idealizada; na prática, há muitas variáveis — reativação da inflação, aumento das taxas de juros dos títulos americanos, mudanças regulatórias, liquidações por alavancagem excessiva, entre outros.
Porém, historicamente, cada ciclo de expansão de liquidez costuma vir acompanhado de uma grande alta do BTC. Parar o QT é apenas o prenúncio de uma mudança de fase, e o verdadeiro QE será o prelúdio de um novo capítulo no mercado.
Atualmente, o preço do BTC oscila em torno de 69,13K, com variação de 3,54%. Parece que ainda está se preparando, mas, assim que a torneira da liquidez for realmente aberta, a ordem no mundo dos ativos pode ser reescrita. O BTC talvez não seja uma proteção infalível contra tudo, mas sempre responde primeiro às enchentes de liquidez.
A história de 2025 está apenas começando; esse ciclo, do fim do QT ao início do QE, determinará o rumo dos preços dos ativos globais nos próximos dois anos. Para o mercado de criptomoedas, isso significa uma nova onda de liquidez e inflação.