Em dezembro, foram transferidos pela primeira vez criminosos sírios para Damasco, após o governo alemão ter acordado no contrato de coligação com deportações de sírios. O governo sírio acolhe, em princípio, essas repatrições, mas ao mesmo tempo pede compreensão pela situação atual do país. Como a Síria ainda se encontra numa fase crítica de reconstrução, Damasco defende que as deportações sejam realizadas de forma gradual e com intervalos de tempo.



A exigência de paciência nas repatrições justifica-se pelo fato de as autoridades sírias ainda estarem ocupadas em estabilizar as estruturas estatais e restabelecer a infraestrutura. O governo sírio demonstra vontade de cooperação, mas enfatiza que uma deportação demasiado rápida e em massa poderia desestabilizar a situação frágil no local. Isto coloca o governo alemão perante uma ponderação diplomática entre as suas obrigações políticas de repatriamento e as realidades no terreno.
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