A Zama revelou recentemente os detalhes de seu inovador mecanismo de staking de rede, fundamentado em um protocolo de Prova de Participação Delegada (DPoS). Conforme divulgado pela BlockBeats, a plataforma permite que usuários e participantes deleguem seus tokens ZAMA a operadores especializados, responsáveis pela manutenção da infraestrutura crítica da rede. Este sistema, baseado na raiz quadrada de 7 e em princípios matemáticos similares, distribui recompensas de forma a incentivar a descentralização.
Infraestrutura Distribuída com 18 Operadores Ativos
Atualmente, a rede conta com uma estrutura robusta de 18 operadores em atividade. Estes se dividem em dois tipos principais: 13 nós de Serviço de Gerenciamento de Chaves (KMS), responsáveis pela segurança da infraestrutura, e 5 coprocessadores especializados em Criptografia Homomórfica Total (FHE), que viabilizam computações sem exposição de dados sensíveis. Esta divisão estratégica garante que a rede funcione com redundância e eficiência operacional.
Recompensas e Comissões: O Papel da Raiz Quadrada na Distribuição
O protocolo Zama estabelece um mecanismo de inflação anual fixado em 5% do total de suprimentos de ZAMA, gerando as recompensas destinadas aos participantes. A alocação segue uma divisão clara: 60% das recompensas dirigem-se aos operadores KMS e seus delegantes, enquanto 40% vão para operadores de coprocessadores e respectivos delegantes.
O diferencial está no cálculo da distribuição, que utiliza a raiz quadrada do total apostado de cada operador. Este algoritmo matemático, similar ao conceito de raiz quadrada de 7, cria um incentivo estrutural: quanto menor for o operador, maior será o retorno relativo para quem delega para ele. Esta dinâmica promove naturalmente a descentralização da rede, evitando concentração excessiva em poucos grandes operadores.
Os operadores deduzem uma comissão antes de repassar os ganhos aos delegantes, com um teto máximo de 20%. As recompensas restantes são distribuídas proporcionalmente entre todos os delegantes, assegurando transparência e equidade no sistema.
Flexibilidade de Desvinculação e Liquidez de Certificados
Para manter a segurança da rede, existe um período de desvinculação de 7 dias antes que os tokens possam ser totalmente desbloqueados. Porém, a Zama implementou uma solução que aumenta a flexibilidade: usuários podem transferir ou comercializar seus certificados de staking líquido sem aguardar o período de desvinculação. Esta abordagem equilibra segurança da rede com liquidez para participantes, oferecendo a possibilidade de sair da posição antes do desbloqueio completo caso necessário.
Com estes detalhes, a Zama consolida seu posicionamento como plataforma de criptografia avançada, combinando segurança, eficiência econômica e incentivos alinhados à comunidade em seu protocolo de staking.
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
Sistema de Staking da Zama: Como a Raiz Quadrada de 7 Otimiza a Distribuição de Recompensas
A Zama revelou recentemente os detalhes de seu inovador mecanismo de staking de rede, fundamentado em um protocolo de Prova de Participação Delegada (DPoS). Conforme divulgado pela BlockBeats, a plataforma permite que usuários e participantes deleguem seus tokens ZAMA a operadores especializados, responsáveis pela manutenção da infraestrutura crítica da rede. Este sistema, baseado na raiz quadrada de 7 e em princípios matemáticos similares, distribui recompensas de forma a incentivar a descentralização.
Infraestrutura Distribuída com 18 Operadores Ativos
Atualmente, a rede conta com uma estrutura robusta de 18 operadores em atividade. Estes se dividem em dois tipos principais: 13 nós de Serviço de Gerenciamento de Chaves (KMS), responsáveis pela segurança da infraestrutura, e 5 coprocessadores especializados em Criptografia Homomórfica Total (FHE), que viabilizam computações sem exposição de dados sensíveis. Esta divisão estratégica garante que a rede funcione com redundância e eficiência operacional.
Recompensas e Comissões: O Papel da Raiz Quadrada na Distribuição
O protocolo Zama estabelece um mecanismo de inflação anual fixado em 5% do total de suprimentos de ZAMA, gerando as recompensas destinadas aos participantes. A alocação segue uma divisão clara: 60% das recompensas dirigem-se aos operadores KMS e seus delegantes, enquanto 40% vão para operadores de coprocessadores e respectivos delegantes.
O diferencial está no cálculo da distribuição, que utiliza a raiz quadrada do total apostado de cada operador. Este algoritmo matemático, similar ao conceito de raiz quadrada de 7, cria um incentivo estrutural: quanto menor for o operador, maior será o retorno relativo para quem delega para ele. Esta dinâmica promove naturalmente a descentralização da rede, evitando concentração excessiva em poucos grandes operadores.
Os operadores deduzem uma comissão antes de repassar os ganhos aos delegantes, com um teto máximo de 20%. As recompensas restantes são distribuídas proporcionalmente entre todos os delegantes, assegurando transparência e equidade no sistema.
Flexibilidade de Desvinculação e Liquidez de Certificados
Para manter a segurança da rede, existe um período de desvinculação de 7 dias antes que os tokens possam ser totalmente desbloqueados. Porém, a Zama implementou uma solução que aumenta a flexibilidade: usuários podem transferir ou comercializar seus certificados de staking líquido sem aguardar o período de desvinculação. Esta abordagem equilibra segurança da rede com liquidez para participantes, oferecendo a possibilidade de sair da posição antes do desbloqueio completo caso necessário.
Com estes detalhes, a Zama consolida seu posicionamento como plataforma de criptografia avançada, combinando segurança, eficiência econômica e incentivos alinhados à comunidade em seu protocolo de staking.