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Jogo de Poderes: Por que Bessent quer afastar Powell, a independência do Federal Reserve enfrenta um teste
A escolha do presidente do Federal Reserve tornou-se uma questão central no governo de Trump. A secretária do Tesouro, Bessent, tem agido com frequência recentemente, não apenas criticando publicamente o atual presidente Powell na mídia, mas também exercendo pressão por meio de investigações judiciais e outros meios, com um objetivo claro: garantir que Powell deixe completamente o Fed após o término de seu mandato em maio. Por trás disso, não há apenas uma mudança de pessoal, mas também uma reflexão sobre a reestruturação do poder do Federal Reserve pelo governo de Trump.
A múltipla pressão de Bessent
Críticas públicas e ações nos bastidores
De acordo com as últimas notícias, Bessent tem criticado continuamente Powell em meios como CNBC. Ela afirmou que Powell não deveria participar do debate oral sobre o caso da diretora do Fed, Lisa Cook, alegando que Powell tentaria “favorecer” o Fed. Essa crítica pública parece direcionada a um caso específico, mas na verdade está abrindo caminho para uma maior reconfiguração de poder.
A análise do jornalista Nick Timiraos, do The Wall Street Journal (conhecido como “a voz do Fed”), é mais direta: por trás das críticas de Bessent há uma investigação do Departamento de Justiça. Este está investigando o projeto de renovação da sede do Fed, o que fornece uma desculpa para exercer pressão. Ela aparentemente está preocupada que a investigação possa “complicar” os esforços do governo Trump de confirmar um novo presidente, mas na realidade está usando essa investigação para pressionar Powell.
Objetivos duais
O plano de Bessent inclui duas frentes:
Isso significa que Bessent não quer apenas afastar Powell, mas também assegurar que ele deixe completamente o conselho de decisão do Fed.
Novo cenário na disputa por candidatos
Wosh surge como favorito claro
De acordo com dados de mercado de previsão, a probabilidade de Kevin Wosh, ex-diretor do Fed, assumir a próxima presidência subiu para cerca de 60%, liderando claramente os demais candidatos. Em comparação, a probabilidade do conselheiro econômico da Casa Branca, Hasset, caiu para 15-16%, enquanto Waller, atual diretor, está em torno de 13-14%.
Wosh tornou-se favorito porque é visto como alguém mais receptivo às orientações de política do governo. Essa é exatamente a intenção do governo Trump: um presidente do Fed que seja obediente.
Cronograma apertado
O mandato de Powell termina em 15 de maio. Trump afirmou que anunciará seu sucessor ainda neste mês, o que dá uma janela de tempo para a pressão de Bessent. Assim que o novo presidente for confirmado, Bessent precisará garantir que Powell concorde em deixar o cargo, ao invés de permanecer como diretor do Fed.
A ameaça à independência do Fed
Mudanças na estrutura de poder
Essa disputa por cargos reflete uma questão mais profunda: a independência do Fed está sendo desafiada. Tradicionalmente, o presidente do Fed é nomeado pelo presidente, mas opera de forma relativamente independente. No entanto, a abordagem do governo Trump indica que eles desejam que o Fed seja mais submisso às políticas econômicas do governo.
O papel duplo das investigações judiciais
A investigação judicial sobre o projeto de renovação da sede do Fed parece técnica, mas na verdade é usada como ferramenta política. Ao exercer pressão por meio da investigação, o governo Trump está preparando o terreno para a posse de um novo presidente mais suscetível à influência do governo.
Possíveis desenvolvimentos futuros
Com base nas informações atuais, alguns cenários merecem atenção:
Resumo
As críticas públicas de Bessent a Powell não são eventos isolados, mas parte de uma estratégia maior do governo Trump de remodelar o Fed. Por meio de investigações judiciais, uso da mídia e mudanças na equipe, Bessent está preparando o caminho para um presidente do Fed mais alinhado aos interesses do governo. Isso revela uma realidade: a independência do Fed está sob uma pressão política sem precedentes.
Para o mercado, o ponto-chave é entender a orientação política do novo presidente. Se Wosh assumir, o mercado precisará reavaliar a trajetória futura da política monetária do Fed — ela pode não ser mais totalmente guiada por dados econômicos, mas influenciada por fatores políticos. Isso tem implicações importantes para o dólar, títulos e mercados de ações.