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#密码资产动态追踪 O papel de "duas faces" das stablecoins tornou-se agora um tema de foco global.
12 de janeiro, a turbulência na Venezuela e no Irã voltou a colocar as stablecoins na linha de fogo. Os acontecimentos nesses dois países ilustram perfeitamente se as stablecoins, representadas pelo USDT, são uma "salvação para o povo" ou um "pesadelo regulatório".
A situação no Irã é particularmente embaraçosa. A desvalorização contínua do rial, as sanções internacionais cada vez mais severas, fizeram das stablecoins a única arma do povo contra a inflação. Mas a mudança veio — em 2025, a maior bolsa de valores foi alvo de hackers, a Tether frequentemente congela endereços, além de o governo ter emitido uma ordem direta em setembro do ano passado, limitando o máximo que um indivíduo pode possuir a 10 mil dólares e a compra anual a 5 mil dólares. Com essa combinação de medidas, a promoção das stablecoins entrou em impasse.
Ainda mais surpreendente, os dados da TRM Labs mostram que, desde 2023, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã tem jogado o "jogo do agente" — usando uma empresa de fachada no Reino Unido, para contrabandear mais de 10 bilhões de dólares em ativos com stablecoins, com um objetivo claro: contornar as sanções.
Por outro lado, na Venezuela, a penetração das stablecoins é completamente diferente. Após o colapso total da moeda local, o bolívar, o USDT tornou-se praticamente padrão nas transações diárias. A estatal Petróleos de Venezuela (PDVSA) é ainda mais extrema — desde 2020, 80% das receitas de petróleo são liquidadas em stablecoins.
Essa identidade ambígua faz das stablecoins tanto um salva-vidas financeiro para as populações mais vulneráveis quanto um "fogo de artifício" para os reguladores. Em 2026, esse tema só ficará mais intenso, com o jogo de poder entre regulamentação e mercado global, as stablecoins certamente serão o campo de batalha central.