Em 2025, as moedas de privacidade tiveram um desempenho destacado, com a proporção de transações on-chain já atingindo 11,4%. O que este número indica? Os ativos de privacidade, outrora marginalizados, estão silenciosamente a reescrever o panorama do mercado. Muitos profissionais do setor acreditam que a privacidade pode tornar-se a nova narrativa do mercado de criptomoedas em 2026.
Mas a realidade não é tão simples. Ainda há muitos obstáculos à frente das moedas de privacidade.
Primeiro, a montanha da regulamentação. Projetos como Monero já foram removidos de várias exchanges, e para que os projetos de privacidade sobrevivam no futuro, será necessário encontrar um equilíbrio entre tecnologia e conformidade. Não basta esconder informações de forma simples e bruta; é preciso encontrar maneiras de proteger a privacidade dos usuários ao mesmo tempo que se atende aos requisitos de transparência regulatória — esse é o verdadeiro desafio técnico.
Em segundo lugar, a experiência do usuário continua sendo um gargalo. Gestão de chaves, eficiência de cálculo — essas infraestruturas ainda precisam ser aprimoradas. Antes de uma adoção em larga escala, esses problemas de experiência devem ser resolvidos.
Há ainda uma questão que não pode ser ignorada: o setor de privacidade está ficando cada vez mais competitivo. A competição por similaridade é inevitável, e os projetos que sobreviverem serão aqueles que possuírem vantagens técnicas, ecológicas e de conformidade ao mesmo tempo.
No final das contas, a demanda por privacidade deixou de ser uma necessidade marginal de nicho. À medida que a blockchain se infiltra gradualmente nos setores financeiro tradicional e industrial, a proteção da soberania dos dados se tornará uma necessidade real. O ponto-chave de 2026 pode estar em quem consegue desenvolver uma solução que atenda aos requisitos regulatórios e, ao mesmo tempo, proteja verdadeiramente a soberania dos dados centrais dos usuários. Se for possível incorporar a proteção de privacidade na infraestrutura desde o início, em vez de remediar posteriormente, essa talvez seja a direção correta.
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AirdropHunter
· 23h atrás
Regulamentar esta montanha realmente é muito difícil, o Monero foi removido, as moedas de privacidade precisam de habilidades reais para se reerguer.
Resumindo, se privacidade e conformidade podem realmente coexistir, essa é a questão principal.
11.4% soa bem, mas o mercado é tão competitivo que, na maré, muitos não chegarão a 2026.
A infraestrutura precisa ser atualizada mais rápido, caso contrário, a experiência do usuário será sempre uma fraqueza.
No final, tudo se resume a quem consegue secretamente oferecer a transparência que os reguladores desejam, ao mesmo tempo em que mantém a privacidade dos usuários; esse equilíbrio é realmente difícil.
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DefiPlaybook
· 23h atrás
11.4% esta proporção realmente merece atenção, mas a questão é — quantas moedas de privacidade conseguirão sobreviver até 2026?
Regulamentação + experiência + homogeneização, as três grandes dificuldades, fizeram até o Monero ser removido, e os novos entrantes enfrentam ainda mais obstáculos. A ideia de incorporar privacidade na camada de infraestrutura é boa, mas é preciso realmente implementá-la para vencer.
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StableGeniusDegen
· 23h atrás
Regulamentar essa barreira é realmente difícil, o XMR já foi removido do mercado assim, ainda quer virar o jogo?
Falando bonito, no final das contas não passa de um jogo de concessões técnicas
Confio em projetos que conseguem equilibrar privacidade e conformidade, os demais são apenas fumaça
11.4% esse número parece forte, mas quantos vão sobreviver até o próximo ano?
Infraestrutura ainda tão ruim, como é que vamos popularizar isso?
A homogeneidade é tão grave que tudo se resume a quem consegue mais financiamento e quem tem o background mais sólido
A privacidade é uma necessidade real, mas o pré-requisito é estar vivo para ver esse dia
Em 2025, as moedas de privacidade tiveram um desempenho destacado, com a proporção de transações on-chain já atingindo 11,4%. O que este número indica? Os ativos de privacidade, outrora marginalizados, estão silenciosamente a reescrever o panorama do mercado. Muitos profissionais do setor acreditam que a privacidade pode tornar-se a nova narrativa do mercado de criptomoedas em 2026.
Mas a realidade não é tão simples. Ainda há muitos obstáculos à frente das moedas de privacidade.
Primeiro, a montanha da regulamentação. Projetos como Monero já foram removidos de várias exchanges, e para que os projetos de privacidade sobrevivam no futuro, será necessário encontrar um equilíbrio entre tecnologia e conformidade. Não basta esconder informações de forma simples e bruta; é preciso encontrar maneiras de proteger a privacidade dos usuários ao mesmo tempo que se atende aos requisitos de transparência regulatória — esse é o verdadeiro desafio técnico.
Em segundo lugar, a experiência do usuário continua sendo um gargalo. Gestão de chaves, eficiência de cálculo — essas infraestruturas ainda precisam ser aprimoradas. Antes de uma adoção em larga escala, esses problemas de experiência devem ser resolvidos.
Há ainda uma questão que não pode ser ignorada: o setor de privacidade está ficando cada vez mais competitivo. A competição por similaridade é inevitável, e os projetos que sobreviverem serão aqueles que possuírem vantagens técnicas, ecológicas e de conformidade ao mesmo tempo.
No final das contas, a demanda por privacidade deixou de ser uma necessidade marginal de nicho. À medida que a blockchain se infiltra gradualmente nos setores financeiro tradicional e industrial, a proteção da soberania dos dados se tornará uma necessidade real. O ponto-chave de 2026 pode estar em quem consegue desenvolver uma solução que atenda aos requisitos regulatórios e, ao mesmo tempo, proteja verdadeiramente a soberania dos dados centrais dos usuários. Se for possível incorporar a proteção de privacidade na infraestrutura desde o início, em vez de remediar posteriormente, essa talvez seja a direção correta.