Esta semana chegou uma notícia interessante — o maior banco custodiante do mundo anunciou oficialmente a transferência de serviços na cadeia do laboratório para o cenário real. O Bank of New York Mellon (BNY Mellon) anunciou o lançamento de uma funcionalidade de depósitos tokenizados para clientes institucionais, uma instituição financeira com mais de 240 anos de história que finalmente implementa uma aplicação real na blockchain.
Qual é a escala? Este banco atualmente mantém ativos de até 57,8 trilhões de dólares para seus clientes, gerencia cerca de 2,1 trilhões de dólares, e o departamento do tesouro processa aproximadamente 2,5 trilhões de transações por dia. Não é um projeto pequeno, mas uma ação formal de uma instituição financeira de grande porte.
E qual é a diferença entre depósitos tokenizados e stablecoins comuns? A principal diferença está aqui — depósitos tokenizados são títulos de dívida emitidos diretamente pelo banco, que geram juros. Em outras palavras, o valor do seu ativo está diretamente vinculado ao sistema de contas do banco, não sendo um ativo independente que flutua no ar. Isso significa que a gestão de riscos e a segurança dos ativos estão atreladas ao sistema financeiro tradicional sob regulamentação.
No aspecto técnico, eles operam em uma blockchain privada e autorizada dentro do banco. Simplificando, as entradas no livro digital refletem em tempo real o saldo real na conta do banco. A vantagem de fazer isso é que os ativos permanecem seguros dentro do sistema regulatório, ao mesmo tempo em que podem circular na cadeia quase em tempo real, atendendo às necessidades de margem ou transferência de garantias entre instituições.
Essa abordagem de design é bastante interessante — ela não é nem a mesma que as stablecoins tradicionais, nem totalmente descentralizada, mas encontra um equilíbrio entre esses dois mundos. Para investidores institucionais, isso pode representar um ponto de virada importante.
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Esta semana chegou uma notícia interessante — o maior banco custodiante do mundo anunciou oficialmente a transferência de serviços na cadeia do laboratório para o cenário real. O Bank of New York Mellon (BNY Mellon) anunciou o lançamento de uma funcionalidade de depósitos tokenizados para clientes institucionais, uma instituição financeira com mais de 240 anos de história que finalmente implementa uma aplicação real na blockchain.
Qual é a escala? Este banco atualmente mantém ativos de até 57,8 trilhões de dólares para seus clientes, gerencia cerca de 2,1 trilhões de dólares, e o departamento do tesouro processa aproximadamente 2,5 trilhões de transações por dia. Não é um projeto pequeno, mas uma ação formal de uma instituição financeira de grande porte.
E qual é a diferença entre depósitos tokenizados e stablecoins comuns? A principal diferença está aqui — depósitos tokenizados são títulos de dívida emitidos diretamente pelo banco, que geram juros. Em outras palavras, o valor do seu ativo está diretamente vinculado ao sistema de contas do banco, não sendo um ativo independente que flutua no ar. Isso significa que a gestão de riscos e a segurança dos ativos estão atreladas ao sistema financeiro tradicional sob regulamentação.
No aspecto técnico, eles operam em uma blockchain privada e autorizada dentro do banco. Simplificando, as entradas no livro digital refletem em tempo real o saldo real na conta do banco. A vantagem de fazer isso é que os ativos permanecem seguros dentro do sistema regulatório, ao mesmo tempo em que podem circular na cadeia quase em tempo real, atendendo às necessidades de margem ou transferência de garantias entre instituições.
Essa abordagem de design é bastante interessante — ela não é nem a mesma que as stablecoins tradicionais, nem totalmente descentralizada, mas encontra um equilíbrio entre esses dois mundos. Para investidores institucionais, isso pode representar um ponto de virada importante.